Correio da Cidadania

Está apenas começando a guerra aberta entre as diversas frações e fragmentos da ordem democrática das classes dominantes.

Caminhoneiros e petroleiros precisam se unir para evitar a privatização e a desnacionalização das refinarias da Petrobras.

Economista afirma que reforma sepulta pacto de 1988 e jogará a maioria dos trabalhadores(as) no assistencialismo.

Estamos a ponto de privatizar a Eletrobras como se fosse um assunto que nada tem a ver com a tragédia das barragens da Vale.

Ministro crê ser salvo pela “mão invisível do mercado”. Mas setores empresariais já se mostram impacientes.

Um dos processos que recentemente levaram à prisão o ex-presidente Michel Temer está relacionado com Angra 3.

Bolsonaro quer que alguns idosos vivam com R$ 400. É inacreditável.

Bradespar, Previ, Petros, Funcef, BNDESpar e Mitsui controlam 38% das ações; outros 48% estão com investidores estrangeiros.

 

Setor elétrico brasileiro é exemplo de como deslegitimar o Estado como mediador dos interesses gerais.

Instituto Brasileiro de Petróleo e Biocombustíveis substitui a tecnologia pela ideologia.

Quando os trabalhadores aposentarem, a tendência demográfica quebrará os fundos, isso se geridos satisfatoriamente. 

Candidato do mercado, presidente não consegue esclarecer seu projeto de país. Brasil exportou vergonha alheia.