O plano estratégico da Petrobrás tem a meta de privatizar US$ 34,7 bilhões de ativos da estatal entre 2015 e 2018.

2017 foi prodígio em desconstruir mitos em relação à empresa. Agora, sua direção neoliberal suspende pesquisa de opinião entre funcionários.

Exportações crescem, mas com não elaborados. “Tradings” lucram cada vez mais — sem gerar empregos, preservar a natureza ou pagar impostos.

Privatizar a Eletrobrás não resolve o problema. Mais inteligente seria despolitizá-la e submetê-la a administradores profissionais.

Sinalizações ditas positivas não resistem a uma breve análise. Os fundamentos de uma verdadeira recuperação econômica não são buscados.

Sem considerar o desequilíbrio da macroeconomia, vemos uma avaliação sempre otimista e parcial de surtos cada vez menores de recuperação.

Não é necessário muito esforço para perceber o movimento ensaiado entre o Ministro-Banqueiro e a agência que rebaixou a nota brasileira.

São recorrentes violações graves contra direitos dos posseiros, das populações tradicionais e o meio ambiente.

Desesperados em entregar suas promessas a banqueiros, representantes públicos nunca mentiram tanto em nome das “contas públicas”.

O nível de desinformação sobre energia elétrica de grande parte das pessoas é de deixar qualquer um chocado.

Os vínculos do PT com o capital são profundos e orgânicos. O lulismo está bem mais perto dos golpistas e do grande capital que dos trabalhadores.