Brasil e seu povo estão diante de enormes desafios pelas políticas neocoloniais que o governo bolsonarista tenta aplicar.

Comparando as histórias do Brasil e da China nos últimos 40 anos, pode-se chegar à conclusão de que elas caminham em sentidos opostos.

Revista Veja de 5 de fevereiro é emblemática sobre a tolerância da elite brasileira ao banditismo fascistóide.

Os costumeiros ataques à China também intensificaram o interesse por sua realidade e sua história.

Economistas e pensadores colonizados são incapazes de enxergar que a real chaga do Brasil é seu subdesenvolvimento econômico.

Contradições socioeconômicas seguem em alta nos EUA enquanto China mantém seu progresso. Biden endossará Trump nesta relação?

2021 começa com desafios históricos de longo alcance, mas de atualidade premente; parece destinado ao mesmo papel de 1980.

Será fundamental estabelecer linhas múltiplas de financiamento de novos projetos industriais, pequenos, médios e grandes, estatais e privados.

Concluir que o processo de exploração capitalista em ambos é da mesma natureza é uma aberração histórica.

A questão é se as esquerdas no Brasil serão capazes de superar suas debilidades e construir um novo caminho para o país.