Correio da Cidadania

As condições a que o Brasil foi levado não serão facilmente superadas pela repetição dos primeiros quinze anos do século 21.

Como a partir de 1978 na ditadura, aventura bolsonarista só terá fim quando trabalhadores se organizarem em torno de um projeto.

Liberais são estúpidos em tentar dissociar cultura fascista do governo de sua agenda; passado mostra que também acabarão derrotados.

Reformas do Posto Ipiranga vão piorar ainda mais selvagemente as tendências da economia, do emprego e do meio ambiente.

50 milhões de brasileiros estão na condição miserável de abandono, enquanto os ganhos do 1% rico têm crescido, apesar da pandemia.

O futuro do PT consiste no exame criterioso de seus erros e acertos, e definir a linha para superá-los.

Supor que a pandemia fará o capitalismo voltar a 1930, rejuvenescendo-se para retomar seu caminho, é o mesmo que acreditar em sua eternidade.

Impasses da crescente oposição serão resolvidos quando se tornar evidente quem teve capacidade de mobilizar mais brasileiros contra o bolsonarismo.

As crises tendem a atacar principalmente os países com indústrias enfraquecidas e economias dependentes dos mercados internacionais de matérias primas.

A esquerda precisa apresentar planos para enfrentar a emergência e tomar a iniciativa de lutar para colocá-los em execução.

Um passado de contribuição para o desenvolvimento do país e melhorias na vida dos trabalhadores; um presente de cegueira de seus dirigentes.