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O que temos em gestação no presente, ou mais propriamente no período 2015-2018, é algo qualitativamente mais grave e perverso.

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Ficou tácito e explícito colocar as relações de trabalho e fundiárias sob domínio exclusivo dos mercados.

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Visa-se eliminar os investimentos sociais do Estado para torná-lo definitivo destino da jogatina financista.

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Enquanto a República derrete, criam-se mecanismos sórdidos de autonomização do BC frente à sociedade.

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Por razões didáticas vou me restringir a três regras de repercussão geral, que continuam a caracterizar a proposta.

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A insistência oficial no seu Projeto de Reforma da Previdência (PEC 87/2016), neste tempo, por ostensiva pressão do ídolo – “os mercados” – obriga-nos a voltar ao tema; ainda mais agora quando amigos do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), à frente o Frei Sergio Goergen, praticam já o sétimo dia de greve de fome, iniciada em 4 de dezembro, no recinto do Congresso Nacional, sob omissão informativa da mídia corporativa.

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Três campos se evidenciam como de necessidade imediata aos princípios da economia ecológica para enfrentar novos e velhos problemas.

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Vamos aguardar a MP 784/2017. Estamos no ponto nevrálgico da crise institucional.

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Sem a politização da causa principal da regressão econômica – o sistema financeiro público – as perspectivas para 2018 encolhem.

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Com a nova lei trabalhista, população começa a se deparar com a realidade do “entulho pós-impeachment”.

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Os teólogos do livre mercado se esforçam em dourar a pílula, mas não há nenhum indício de recuperação da economia e do emprego.

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Sob Levy ou Meirelles, teólogos de mercado alçados ao governo continuam a aprofundar a barbárie.