0
0
0
s2sdefault

Sem a politização da causa principal da regressão econômica – o sistema financeiro público – as perspectivas para 2018 encolhem.

0
0
0
s2sdefault

Com a nova lei trabalhista, população começa a se deparar com a realidade do “entulho pós-impeachment”.

0
0
0
s2sdefault

Os teólogos do livre mercado se esforçam em dourar a pílula, mas não há nenhum indício de recuperação da economia e do emprego.

0
0
0
s2sdefault

Sob Levy ou Meirelles, teólogos de mercado alçados ao governo continuam a aprofundar a barbárie.

0
0
0
s2sdefault

Ficou tácito e explícito colocar as relações de trabalho e fundiárias sob domínio exclusivo dos mercados.

0
0
0
s2sdefault

Visa-se eliminar os investimentos sociais do Estado para torná-lo definitivo destino da jogatina financista.

0
0
0
s2sdefault

Enquanto a República derrete, criam-se mecanismos sórdidos de autonomização do BC frente à sociedade.

0
0
0
s2sdefault

A pretensão oficial é abrir integralmente ao capital estrangeiro a compra e o arrendamento de terras, sem limitações. A expectativa dos promotores dessa iniciativa é de “esquentar” o mercado, paralisado pela crise fiscal e de commodities.

0
0
0
s2sdefault

A insistência oficial no seu Projeto de Reforma da Previdência (PEC 87/2016), neste tempo, por ostensiva pressão do ídolo – “os mercados” – obriga-nos a voltar ao tema; ainda mais agora quando amigos do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), à frente o Frei Sergio Goergen, praticam já o sétimo dia de greve de fome, iniciada em 4 de dezembro, no recinto do Congresso Nacional, sob omissão informativa da mídia corporativa.

0
0
0
s2sdefault

Três campos se evidenciam como de necessidade imediata aos princípios da economia ecológica para enfrentar novos e velhos problemas.

0
0
0
s2sdefault

Vamos aguardar a MP 784/2017. Estamos no ponto nevrálgico da crise institucional.

0
0
0
s2sdefault

Produz-se uma desinformação gigantesca e terrorismo ideológico, com a cumplicidade da mídia, para passar “sem discussão”.