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altEm síntese, o ano de 2013 não se caracteriza nem pelos resultados alcançados, nem pelas indicações e constrangimentos de política econômica emitidos para a frente, como sinalizador de uma relação virtuosa do crescimento com a distribuição de renda.

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altDiante deste quadro estrutural da política social, preocupa o rumo que tem sido dado às chamadas desonerações patronais no sistema previdenciário, sem quaisquer ligações com a evolução previsível do sistema no médio prazo.

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altVou fazer breves considerações de fatores que são externos ao espaço físico das cidades, mas que lhe são fortes condicionadores das condições de vida: a estrutura da propriedade e do uso da terra rural atualmente em vigor.

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altPolíticas monetárias e fiscais ortodoxas afetam as aparências da inflação, mas não resolvem a questão, porque não atacam as raízes da dependência externa e da desigualdade distributiva interna, causas mais profundas.

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Temos algum tempo para resolver os dilemas do presente. A eleição de 2014 não será igual à de 1998, quando a mídia escondeu a crise cambial para não prejudicar a reeleição de FHC. Agora, tenta-se forjar uma crise cambial iminente, que não é verdadeira.

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altObserve-se o absurdo da situação. O governo norte-americano espiona o leilão. A presidente da República reage verbalmente. Mas nenhuma providência é adotada para salvaguardar o interesse nacional e a lisura de uma relação econômica.

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altA tese do “déficit nominal zero” a expensas dos “gastos correntes” liquida praticamente com o experimento distributivo da política social construída depois da Constituição de 1988.

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altA orquestração pela subida dos juros e as pautas de política agrícola totalmente voltadas à economia do agronegócio não resolvem as pressões inflacionárias oriundas do setor primário; são parte de um problema maior e não da solução.

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altTrês episódios recentes – o leilão do de Libra, a piora das condições externas e das condições fiscais da União – têm merecido um tratamento midiático exacerbado, que pouco ajuda a compreender o cenário real. O governo também é protagonista na batalha da (des)informação econômica.

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altAs políticas conjunturais precisam sinalizar mudança de rumos em relação à dependência externa e à estagnação econômica, sem o que retornaremos ao ciclo vicioso sempre que houver qualquer surto de crescimento econômico.

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altOs desafios que estão postos não são fatalidades, mas constrangimentos estratégicos de caráter estrutural e essencialmente políticos. Mas será que governo e oposição leem a situação dessa forma? Ou continuam apostando no jogo de cartas marcadas?

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altO Concílio Vaticano II criou ou ratificou algumas instâncias de ‘democratização’ do poder eclesial. Mas os dois últimos papados, especialmente o de Bento XVI, realizaram na prática um retrocesso à ordem antiga da ultracentralização romana. E tal movimento não se justificou em nome das reformas da Igreja.