Quantos de nós estamos nesse número de mais de 210 mil mortos? Não sabemos, nem o Estado brasileiro quer saber.

Mais uma vez judiciário atuou a serviço da agenda privatista. Do outro lado, direções sindicais sabotaram a greve e a luta coletiva.

Recebemos a jornalista Luka Franca, que atua no Movimento Negro Unificado (MNU), Movimento Feminista, é filiada ao PSOL.

Weller Gonçalves, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, alega que a má condução da empresa é que foi transferida aos trabalhadores.

Reagir ao genocídio do povo preto brasileiro não é apenas urgente, é o caminho para unificarmos a reação à extrema direita brasileira.