altMovimentos das mais diferentes ordens pegaram, e continuam a pegar, carona no ímpeto desses jovens. Até centros culturais financiados por instituições bancárias realizam com sucesso de público e crítica eventos sobre as “ocupações”.

altO irônico Gilmar Mendes ainda utilizou a caquética declaração de Lula – em 2007 – de que greve dos servidores sem corte dos dias parado é férias. Este ataque orquestrado pela junta monetária que governa o Brasil tem dois alvos.

 

Ficar apenas no restrito campo da legalidade denota ignorância, comodismo ou má fé ou o somatório de tudo isso.

altNo começo do ato um microfone foi aberto bem na frente da Secretaria Estadual da Saúde, no quarteirão do Hospital das Clínicas. O Fórum Popular de Saúde vai continuar ocupando as ruas defendendo uma saúde pública, estatal e de qualidade.

 

altParece que vêm fazendo muito sucesso nas ocupações as discussões sobre gênero, feminismo, essas conversas. Todos os temas são pertinentes, mas política educacional, que é bom, até agora apareceu de modo bem secundário.

 

altPara estudantes, medida provisória do Ensino Médio é golpe na educação do Brasil. Se implementada, haverá uma onda de retrocessos.

O fortalecimento de uma nova Confederação se faz necessário contra a desumanização e a barbárie impostas pelos donos do poder.

altA fixação no universalismo torna as pautas da esquerda abstratas e pouco convincentes para uma opinião pública sensível ao tema dos privilégios, tema do qual a corrupção é apenas uma das faces.

 

altAlgumas análises, ao lado de manifestações individuais nas redes sociais, causaram polêmica e espanto ao teorizarem uma “culpa da periferia” pela suposta vitória ideológica da direita.

 

altPara falar sobre a greve e também comentar questões conjunturais, conversamos com Regis Munhoz, historiador e membro da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários de São Paulo.