Correio da Cidadania

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bandeira_bahrein.jpgAs vítimas não estavam armadas, mas acompanhavam o cortejo voltando de um funeral. Muçulmanos xiitas mortos por seu próprio exército bareinita na tarde de sexta-feira.

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washig_egito.jpgWashington, após várias décadas de profundo envolvimento nas estruturas de Estado das ditaduras árabes, está tentando reorientar as suas políticas para incorporar e/ou enxertar políticos liberais-eleitorais nas configurações de poder.

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eua_dragao_garfo.jpgPor trás do discurso vazio e sem sentido de Obama, após saída de Mubarak, o que há de fato é o cinismo da estupidez e da violência. Palavras ocas para fora e ordens de assassinato para dentro

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bandeira_egito.jpgAs transformações sociais em boa parte do mundo muçulmano ensejam fenômenos políticos raramente registrados pela grande mídia. Entre eles, destaca-se o descrédito crescente do islamismo político entre as novas gerações. 

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bandeira_tunisia.jpgA transição realizada pelo governo provisório militar ainda está em andamento. Tudo parece incerto. Somente há a promessa de que haverá eleições em dois meses.

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mundo_guerra.pngA arrogância de alguns setores que rapidamente querem encaixar uma espécie de "fórmula" ocidental no Egito deve ser pensada com ressalvas.

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egito_cairo.jpgPara Arlene Clemesha, entrevistada pelo Correio da Cidadania, apesar da força do levante popular egípcio, não se pode considerar que está em curso um processo revolucionário, mas sim a entrada de tais nações no patamar de democracias participativas.

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bandeira_argentina.jpgViúva, Cristina busca hoje sua reeleição sem o carisma do marido. Seu governo tumultuoso foi marcado pela rebelião dos produtores agrícolas e pelos conflitos no interior do peronismo.

 

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egito_eua.jpgEntrevista como Samir Amin sobre a revolução popular do Egito. Economista franco-egípcio de renome internacional e presidente do Fórum Mundial das Alternativas, Amin analisa a encruzilhada política e econômica em que se encontra o Egito neste exato momento.

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piramides.jpgWashington não vai tolerar nenhuma tentativa do Egito de pôr fim a sua total submissão aos interesses imperialistas, algo que Israel também necessita para seguir colonizando o que resta da Palestina.

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bandeira_tunisia.jpgNão se podia falar nem escrever, é verdade, mas em troca as pessoas engordavam e o islamismo recuava. A UE e os Estados Unidos, mas também as agências de viagens e os meios de comunicação, contribuíam para alimentar a imagem de um país mais europeu que árabe, mais ocidental que muçulmano.

 

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piramides.jpgO problema que se apresenta a Obama é construir um "mubarakismo" sem Mubarak. Isto é, garantir uma mudança por um substituto adequado à autocracia pró-EUA.

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