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Fundação de partido com claro viés fascista atualiza desafios e coloca questões para as esquerdas institucionais.

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Não existe vitória alguma. O jogo está sendo jogado e temos um longo caminho pela frente até podermos comemorar algo.

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Nada é discutido com a sociedade, mesmo decisões que vão afetar a vida de todos por muito tempo.

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altMuito se faz de forma quantitativa na análise de redes sócias com gráficos coloridos, mas muito pouca análise qualitativa vem sendo produzida.

 

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Contra o arsenal do novo poder constituído, temos iniciativas localizadas que ainda não se articulam de modo constituinte.

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Os principais tópicos da pesquisa de popularidade do governo não são tão desfavoráveis a Bolsonaro.

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Uma análise das confusões, desencontros e embustes que se mantêm vivos neste primeiro semestre.

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altA esperança está sempre acesa, mas as nuvens estão deixando o terreno difícil de encontrar uma saída, que não deve ser pela esquerda, mas pela moderação que consiga conciliar interesses pelo menos no cenário configurado pela institucionalidade.

 

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A única esperança advirá da revolta a solapar o que já está falido. Só nos falta ver.

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Em vez de cair nas armadilhas das declarações não oficiais do futuro presidente, temos de pensar em novas formas de organização.

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altExistem algumas diferenças entre o Movimento Brasil Livre (MBL) e o “Vem pra Rua”. Esses dois grupos parecem estar num dissenso.

 

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altMuitos grupos anarquistas divulgam os dados como uma vitória do slogan “não vote, lute”; outros apontam despolitização e fascismo. Também se poderia sinalizar a crise da representação que tanto apontamos. Mas faz sentido?