Correio da Cidadania

Poderá ser formado um novo centro internacional de poder.

Linha política do novo governo democrata e apelo eleitoral da linha dura iraniana obscurecem futuro.

Biden é mais lucido e menos autoritário que Trump, mas está longe de abdicar da ideia do “excepcionalismo” de sua nação.

Republicano busca pretextos para atacar o Irã, conflito que atrapalharia os planos de Biden de voltar ao acordo nuclear.

Ainda não se veem diferenças entre Biden e Trump na maior parte das questões de política exterior.

O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu que tem jurisdição sobre territórios ocupados por Israel na Cisjordânia.

Nada para os palestinos. E nas demais querelas locais a verdade é que quase não haverá diferenças para Trump.

Trump, felizmente, está de partida, porém os interesses marroquinos e franceses continuam seu cerco ao Saara Ocidental.

Nova administração insiste em fazer Europa desistir de um gasoduto que já está 95% concluído.

País faz de tudo para não vacinar palestinos mesmo tendo doses de sobra em mãos.

A despeito das retóricas, nada indica que haverá grandes mudanças na política externa para a região.

Mais uma agressão ao Irã é última cartada do seu trio de inimigos antes da entrada de Biden.