Mesmo sob conciliação, Lula deverá atacar políticas neoliberais para conter popularização da extrema-direita
A eleição presidencial deste 30 de outubro aproxima-se mais de um plebiscito civilizatório do que da decisão entre dois modelos de administração pública. De um lado, a ofensiva contra o tecido social e a natureza, a lei do mais forte, representada por Bolsonaro. De outro, um projeto de conciliação que coloca as formas tradicionais de exploração sob algum acordo social. É esta a síntese que Ruy Braga, sociólogo do trabalho, apresenta em entrevista concedida ao Correio.
Nesta Edição
Atomização da política
Fazer prevalecer o senso do nós sobre o eu; do bem comum sobre o meu; a coletividade sobre o indivíduo são os desafios.
Expressão máxima da escrotidão
Uma imperfeição da democracia consiste nela supor que a maioria dos membros da sociedade é consciente das suas limitações.
Haiti: povo em luta, governo títere
Há semanas que a população, principalmente nas grandes cidades, promove protestos, marchas e atos contra a inoperância do governo.
Guerra da Ucrânia: apesar da ONU, o avanço dos combates
Com a devastação parcial da infraestrutura ucraniana, desanima-se muito a população, haja vista o tempo requerido para...







