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altUm trabalho do IPEA compara impactos de diferentes ações no crescimento da economia e montra que a cada R$1,00 investido em educação pública há um aumento de R$1,85 no PIB. Além das vantagens sociais, tais investimentos mais que se pagam.

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altA luta por mais recursos para o setor público e a denúncia de quem e que setores se beneficiam com as políticas fiscais brasileiras deveriam estar em uma pauta conjunta de todos os movimentos comprometidos com a educação e demais setores de interesse social e coletivo.

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altComo 10% pode parecer cabalístico ou apenas um valor “redondo”, é bom rever sua origem, baseada em estimativas rigorosas e correspondendo a um valor tipicamente encontrado nos países que superaram seus atrasos educacionais.

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altNo campo financeiro, tanto a União como os estados e municípios têm contribuído, ao longo dos últimos 50 anos, cada um de sua forma, para o aumento da privatização.

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altHá muitas possíveis fontes para o aumento dos recursos da educação pública. Comparando a arrecadação de impostos sobre propriedade no Brasil com a realidade tributária em outros países capitalistas, o IPEA aponta a possibilidade de um aumento dos recursos públicos em até 2,7%.

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altSão necessárias algumas providências para que possamos saber, com suficiente precisão, quanto efetivamente investimos em educação pública. Além de lutarmos pelos 10% do PIB para a educação pública, precisamos ficar muito atentos para a definição do que pode ou não ser considerado gasto educacional e para denunciarmos, sempre que aparecer, a confusão entre gasto público com educação e gasto com educação pública, confusão essa feita até mesmo na atual proposta de PNE em debate no Congresso Nacional.

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altUm dos mitos do ensino superior é que o investimento para manter um estudante em um curso de graduação em uma instituição pública é maior do que em uma privada, o que concorda com outro mito, de que a administração pública é ineficiente enquanto a privada é eficiente.

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alt“ Não basta que poucos tenham condições de ter acesso a ótimos hospitais. É uma questão de fraternidade, solidariedade, levantar a questão, reclamar, mostrar a situação real nos grotões do país”.

 

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altA desmobilização das massas, com escassas exceções, foi a tônica dominante nos últimos anos. Mas isso está, agora, mudando. O I Congresso da CSP-Conlutas tem diante de si o desafio de lançar uma campanha nacional pela independência de classe das organizações operárias e populares.

 

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altEstá em curso uma nova caça aos povos indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais, por um contingente expressivo de escravocratas, que lançam seus tentáculos em diferentes espaços do Estado, com apoio de órgãos da imprensa.

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altProtesto na porta do jornal criticou de forma bem-humorada a ligação da Folha com o regime militar. Do empréstimo de carros para torturadores ao episódio Ditabranda, o jornal tem relação estreita com a ditadura e seus ideais. Até hoje.

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altNeste quinto artigo da série, Otaviano Helene trata das negativas conseqüências de um ensino superior cada vez mais privatizado no país. Apesar da intensa propaganda, o professor da USP mostra como os cursos oferecidos pelas instituições privadas não atendem aos interesses econômicos e sociais do país, concentrando vagas em temas “de moda” e mais atraentes a uma clientela regional.