0
0
0
s2sdefault
semterrapedra.jpgO Estado brasileiro continua queimando a nossa riqueza com os usineiros, que vivem do dinheiro público e da expropriação do trabalho, perpetuando um modelo que aqui se instalou há 507 anos. Artigo de Alexandre Conceição.
0
0
0
s2sdefault

{curveimage} Para comentar o quadro caótico na aviação civil brasileira, entrevistamos o presidente do Sindicato dos Aeroviários de São Paulo, Uébio José da Silva. Segundo Uébio, o governo federal não tem plano para o setor.

0
0
0
s2sdefault

O Brasil é hoje nação praticamente sem autonomia real do ponto de vista científico, tecnológico, militar, educacional, diplomático. O apagão aéreo e o desastre da base da Alcântara são apenas sinais explícitos dessa triste realidade. Artigo de Mário Maestri.

0
0
0
s2sdefault

Ao contrário dos pampas platenses, o Rio Grande possuiu economia e sociedade fortemente apoiadas no trabalho escravizado. Realidade negada ou minimizada pelos intelectuais orgânicos da sociedade liberal-pastoril. Por Mário Maestri.

 
0
0
0
s2sdefault
brmapaestrelapt.jpgO Encontro Nacional contra as Reformas, apesar dos arroubos sectários, ajuda a balançar a roseira e a mostrar a existência de uma energia potencial capaz de interferir nos destinos políticos do Brasil.
0
0
0
s2sdefault

torrecontrole.jpg

Com o propósito de dar encaminhamento ao debate relativo aos graves problemas que vem enfrentando o tráfego aéreo no país, o Correio publica o documento enviado por um grupo de controladores no dia 30 de março.

0
0
0
s2sdefault

Ao governo, não interessa mais estimular a participação popular. Pelo contrário, quer distância dos movimentos sociais. Só mesmo muita organização e mobilização podem alterar esse quadro. Por Luiz Bassegio.

0
0
0
s2sdefault
O “império do mal” procurou disfarçar o caráter político  da visita de George W. Bush à América Latina  através do “pacote de assistência” aos pobrecitos da região e dos acordos sobre os chamados “biocombustíveis”. Mas só enganou os inocentes. Por Altamiro Borges.
0
0
0
s2sdefault
jesussistema.jpgHá quem faça de tudo para apagar a memória desses pastores do povo, que peitaram as autoridades e repetiam aos torturadores a pergunta do próprio Deus ao fratricida: “O que fizeste do teu irmão?”.
0
0
0
s2sdefault

Quero entender, pois ficar apenas xingando me faz entrar na lógica deles: Por que uns são reconhecidos pelos “papas” do pensamento único como estadistas e outros são considerados gente perigosa, populista? Artigo de Frei João Xerri.