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altVocê com certeza vai repetir a lógica: é preciso aumentar o PIB para que possamos acabar com a pobreza. Mas aumento do PIB não acaba com a pobreza. O que acaba com a pobreza é partilha da riqueza.

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altMais que nunca, seria hora de aumentar a precaução, com preservação das florestas, a mudança na matriz energética, a diminuição do consumo, o cuidado com os solos e água. É o que gostaríamos de ver sinalizar a Rio+20.

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altDilma veio de grupos de esquerda que pouco tiveram contato com o povo. Ainda que essas pessoas sejam extremamente íntegras, fazem parte daquele setor da esquerda que sempre teve dificuldades de reconhecer o povo como um ator essencial nas mudanças.

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É inadmissível que a Embrapa continue com trabalhos de melhoramento na produção agropecuária que fortalecem os projetos das empresas transnacionais, agridem o meio ambiente e adoecem o povo.

 

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altNada adianta setores da esquerda proclamarem que os ruralistas perderam algo, ainda que seja os anéis. Saem fortalecidos, nessa ditadura da oligarquia rural imposta ao resto da nação.

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altA verdade é que a iniciativa de reformular o Código Florestal é de autoria de ruralistas e seus interessados. O projeto de lei, portanto, já nascera indelevelmente eivado pelo não-compromisso com a proteção ambiental.

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altQuando a prevenção não é suficiente, é necessário recorrer às medidas de emergência, que acontecem em qualquer lugar do mundo. Não é preciso fazer loucuras como as cisternas de plástico e obras como a Transposição.

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Qualquer cisterna de placa de cimento seria rapidamente consertada. A de plástico não, há perda total.Enfim, o governo federal corre o risco de pagar um “mico histórico” se não recuar totalmente de sua decisão.

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altA Transposição continua semi-paralisada, a um custo que já supera R$ 8 bilhões, sem colocar uma gota d’água a quem quer que seja. Ao contrário, destruiu açudes e cisternas por onde os canais já passaram, aumentando a penúria da população.

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altA desocupação deste território pelo Estado tem ocorrido de forma truculenta, sem negociação "amigável" com os moradores. Muitas vezes, recorrendo ao que se denomina na região de "milícias armadas".

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O lugar de Kátia Abreu é mesmo em Marselha. Só que a prática de quem ela representa é o avesso de seu discurso. A cara de pau da senadora é mais dura que estaca de aroeira.

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Os riscos de acidentes nucleares existem e, quando acontecem, são devastadores. Daí para evitar este risco o caminho é não instalar estas usinas.