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O líder houthi incitou a população iemenita à violência contra os bahá’ís e outras minorias religiosas.

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O triunfo de López Obrador é uma boa notícia para a democracia de um país tão etiquetado como ‘ditadura perfeita’. E só.

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Um destacado artigo do filósofo italiano falecido em 28 de junho.

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Segunda parte do relato da campanha zapatista para as eleições presidenciais mexicanas, em 1º de julho.

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Em 31 de julho, a Suprema Corte de Justiça do Paraguai revogou a condenação de camponeses condenados no Massacre de Curuguaty.

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Sobre uma escalada de violência que não era vista desde a ditadura de Somoza, falamos com Humberto Meza, jornalista nicaraguense residente no Brasil.

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Falamos com o deputado francês Eric Coquerel, dirigente do Parti de Gauche, que fez parte da coalizão, e descreveu o atual cenário político do país.

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Querem vender a ideia de que o ETA foi derrotado por conta dos créditos políticos dessa narrativa de vitória, cimentada na dureza da ação jurídico-política, no monopólio da violência; na doutrina do inimigo interno.

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Na geopolítica não existe humanidade e nem respeito pelo povo. O poder nunca tem rosto humano.

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Entrevistamos o professor e advogado Pietro Alarcón, colaborar internacional do movimento que chegou em segundo lugar no pleito de 17 de junho.

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Nada no governo de López Obrador aponta para uma mudança substancial no regime, mas ao menos não o aprofunda.

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38 mil foram presos, por serem estrangeiros. Um milhão podem ser deportados. Crianças aprisionadas podem nunca mais encontrar os pais.