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altO Correio convida todos os amigos do Plinio, fundador do nosso jornal, e família à missa de um ano de sua morte, que será realizada nesta quarta feira, 1 de julho, na Capela da PUC-SP, na rua Monte Alegre, 948, às 20h.

 

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altColaboradores, amigos, admiradores fazem seus depoimentos em homenagem a Plinio de Arruda Sampaio.

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altAlguns guerreiros estão nos deixando: Dom Tomás Balduino, Dom Waldyr Calheiros, Rubem Alves e agora Plínio de Arruda Sampaio. Para todos estes – e um punhado de outros – a bandeira da ética na política estava na ordem do dia. Sequer lhes precisava manifestar abertamente a temática.

 

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altA ele se aplicam as palavras do apóstolo Paulo em carta a seu companheiro Timóteo: “Chegou o tempo de minha partida. Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé. Desde já me está reservada a coroa da justiça, que me dará o Senhor” (2 Tim. 4, 6-8).

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altLigado às correntes históricas mais profundas de seu tempo, Plínio será lembrado nas lutas que se renovam. Em seu velório havia muitos jovens. E havia, misturada ao sentimento da morte, uma celebração da vida.

 

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altNuma época ideologicamente medíocre, quando o sistema político brasileiro dá sinais de sua mais completa falência, é o momento em que perdemos um de nossos homens notáveis: Plínio de Arruda Sampaio.

 

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altDeve-se dizer que Plínio foi um lutador pela paz com justiça social, um homem solidário, um decidido apoiador da luta dos outros povos por sua libertação. Sem dúvida alguma, foi um homem revolucionário!

 

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altCom seu entusiasmo inigualável, Plínio enfrentava todos os adversários, fossem as injustiças sistêmicas do capitalismo, a condição dependente da nação brasileira, o latifúndio ou o câncer e a morte.

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altMorreu um irmão. Um irmão bem chegado, um irmão maior. Maior em experiência, conhecimento, intuição e visão política, embora nossa diferença de idade fosse de pouco mais de um ano.

 

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altQue destino luminoso o envolvera, até que se impusera à sua frente o caminho do além. Contudo, reporto-me à palavra de Rui Barbosa na câmara ardente de Machado de Assis: "A morte não extingue: transforma; não aniquila: renova; não divorcia: aproxima".

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altA cruz que compõe a trilogia vocação, cruz e missão, para ele, consistia nas contradições e desafios que, no exercício cotidiano da política, tinha que enfrentar para ser coerente com o Evangelho e com suas convicções quanto à justiça, o direito, a ética e outros valores humanos.

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altConfira a vida de Plínio