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De uma tacada, Trump impõe limites a Assad, favorece vassalos regionais e dá recado a inimigos globais.

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altO ano de 2015 foi marcado pelo contraste entre o despotismo imperial-liberal-totalitário dos EUA sobre o mundo e a cada vez mais evidente limitação do poder russo. No ano que está terminando, comprovou-se mais uma vez que não há linhas vermelhas ao poder global estadunidense.

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altAo contrário do que o “senso comum” afirma, alimentado pela desinformação constante da mídia ocidental, o surgimento do Hizbollah não foi resultado da “radicalização” dos “xiitas” libaneses, decorrente da Revolução Iraniana de 1979. A formação do Hizbollah é decorrente, sobretudo, da Guerra Fria (1945-90) e das invasões israelenses do Líbano, de 1978 e de 1982.

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altNesta série de quatro artigos, publicamos análise de Ramez Maalouf a respeito da forte desestabilização que as potências ocidentais têm promovido no Oriente Médio, neste caso, mais especificamente no Iraque.

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altA ditadura que Erdogan está implantando de facto no país, aproveitando-se do repúdio ao golpe, pode, no entanto, ter um efeito bumerangue e servir aos intentos ianques de desestabilização da própria Turquia.

 

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altO Acordo Nuclear com o Irã consolida o poder ianque no Oriente Médio. Praticamente, toda a região está sob sua suserania. Os que lhes escapam ao controle estão sob cerco e ou ataque: Somália, Eritreia, Armênia, Síria, territórios palestinos ocupados por Israel, sul do Líbano sob o controle do Hizbollah; ou sob “normalização”/neutralização, como o Irã.

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altHá claros sinais de que o ataque seja mais uma página da guerra dos EUA contra Rússia e China, mesmo sem levar em consideração as evidências cada vez maiores – e censuradas pela mídia serva da OTAN –, de que foi uma operação “false flag” (encoberta) dos serviços de inteligência ocidentais.

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altNesta série de quatro artigos, publicamos análise de Ramez Maalouf a respeito da forte desestabilização que as potências ocidentais têm promovido no Oriente Médio, neste caso, mais especificamente no Iraque. O colunista faz uma análise dos principais mitos criados pelos governos e a mídia do Ocidente, que buscam legitimar o processo de destruição do Iraque pelos EUA e Inglaterra e seus clientes regionais, como Israel, Arábia Saudita e Turquia.

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altErdogan foi membro do Partido do Bem-Estar, de tendência liberal-conservadora “islâmica”, até este ser banido por um golpe militar “suave” em 1997. Pelo visto, este foi o último golpe militar kemalista a ser autorizado pelos EUA.

 

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altComo o Crescente Fértil (Iraque, Síria, Líbano, Palestina) está sob ameaça real de extinção pelos EUA, o Hizbollah não tem como comemorar o trigésimo ano de sua existência e o décimo quinto ano como líder da resistência de sua vitoriosa campanha de libertação do Líbano.

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altA redução da capacidade de atuação internacional da Rússia, assim como a recessão à vista no Brasil, em decorrência da política ultraliberal do PT, podem levar os EUA a aumentarem a pressão em 2015 contra os BRICS, recrudescendo os conflitos em escala mundial.

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altNesta série de quatro artigos, publicamos análise de Ramez Maalouf a respeito da forte desestabilização que as potências ocidentais têm promovido no Oriente Médio, neste caso, mais especificamente no Iraque.