altNão sendo possível obter taxas de retorno compatíveis com os altos custos sociais e ambientais, deixaram o investimento, o financiamento e os riscos para o Estado, rico o suficiente. Lula garantia. Como garantiu a sangria da Petrobras.

 

altApagão? Não. Falta de investimentos, sucateamento das redes de transmissão, distribuição e das subestações são os ralos por onde escoam as perdas de boa parte da energia gerada no Brasil.

altQuem pensou que a UHE Belo Monte, no rio Xingu, seria a maior surpresa em termos de dimensões e custos de uma hidrelétrica no Brasil se enganou. O processo está tramitando no Ibama. Notícias na mídia já falam em leilão antes do final do ano.

altQuem sabe se, com um sistema à beira de um colapso, alguém no governo começa a pensar em para quem realmente está servindo a energia.

altBelo Monte ainda é uma triste história sem final definido. A sociedade brasileira vai ter que criar coragem para escrever seu final, pois é dele que depende o futuro e a sobrevivência da Amazônia.

altUm ano conturbado esse 2014. Vai ficar como mais um capítulo da história dos governos Lula e Dilma Rousseff, pautados pela corrupção. Corrupção, também, que pode estar entranhada no setor elétrico, com a coparticipação das mesmas empreiteiras envolvidas no esquema Petrobras.

 

altO relatório dos munduruku é dramático e mostra o quanto as aldeias estavam desassistidas, abandonadas com relação à saúde. Para as lideranças tudo isso seria um sinal de que o governo não liga para o sofrimento dos indígenas.

altÉ bom lembrar que não são apenas as hidrelétricas que ameaçam a bacia do Tapajós, as terras indígenas e a floresta. Outros monstros estão saindo do inferno e vão assombrar 2014.

 

altA explicação da Eletrobras é de um contrassenso incrível. Para a empresa, se o cronograma das obras for obedecido não haveria risco de inundação da área da Vila Pimental. Já estamos acostumados a conviver com a falta de cumprimento dos cronogramas.

altAtualmente, é o maior "bolo" repartido entre as empreiteiras. Na Petrobras, as obras investigadas somam R$ 59 bilhões. É bom lembrar que só em Belo Monte os investimentos chegarão a R$ 32 bilhões.

altPara gerar 6.133 MW, estão previstas duas casas de força e 33 turbinas tipo bulbo. As mesmas que estão sendo testadas no rio Madeira, nas usinas Santo Antônio e Jirau, e que podem estar causando aquela catástrofe.

altA opção de construir inúmeras usinas hidrelétricas nos rios amazônicos nada mais é do que uma estratégia para beneficiar mais grupos empresariais do setor elétrico ao mesmo tempo.