altVazio impreenchível, não há reparação, material ou imaterial. O ingrato destino colocou a Chape ao lado de outros gigantes e na finita eternidade do futebol pelo mais nefasto dos motivos. Foi o pior dia dos 120 anos de história do futebol brasileiro e nunca mais seremos os mesmos.

 

altMais uma vez o país receberá uma “folga” das dores de cabeça, viverá duas semanas de contemplação e confraternização e tentará curtir o lado bom de receber as Olimpíadas. A exemplo de 2014, nenhuma euforia precedeu os dias de festa, muito menos nos afeiçoamos aos esportes menos populares.

 

altVale questionar até que ponto os interesses em levar a centenária competição para os eternos “campeões do mundo daqui a 20 anos” podem comprometer a suposta limpeza pela qual passa o establishment do futebol.

 

 

altObviamente, não podemos ser inocentes e acreditar que amáveis homens da lei saltaram da televisão para a vida real e vieram salvar o futebol de seus usurpadores.

altPara aqueles que já vinham considerando a exclusão da Copa do Mundo uma “necessidade histórica”, além de merecida por toda uma corja que tomou – e continua a tomar – nosso futebol de assalto, esta breve obra de Tite já merece registro.

altAquele que entrou com o desespero de quem sabia estar desfrutando da melhor hora da vida ganha todas as suas partidas individuais e empurra seu time adiante.

alt“Não adianta só atacar os cartolas. É preciso atacar os cúmplices, seja a classe política ou empresarial, patrocinadores etc. Vale lembrar que 10% do Congresso brasileiro recebeu financiamento de campanha da CBF”, observou.

 

altEm meio a tanto anticlímax, já havia soado estranho o anúncio da maior renda da história do futebol argentino, a superar os 20 milhões de pesos e mostrar ao mundo que por lá a cultura do ingresso a preço de ouro também aportou.

altHavelange representou no futebol aquilo que vemos em todas as esferas da política deste século 21, isto é, a dissimulação de compromissos éticos em nome de um interesse maior e mais importante: a fluência dos negócios para além de questões ditas ideológicas.

 

altApós o bicampeonato chileno em New Jersey e o drama em torno da frustração de Messi, a discussão sobre o desempenho dos chamados supercraques do futebol atual ganhou corpo.

altFinalmente chegamos ao ano das Olimpíadas do Rio de Janeiro, históricas somente pelo fato de serem as primeiras realizadas na América do Sul. Pena que nem parece.

 

 

altBreno e toda a juventude brasileira crescem adestrados a querer e amar o mundo no qual não nasceram, nunca viram e ninguém próximo lhes contou se realmente é bom. Mas dizem que é, então não é possível dizer “tô bem aqui”.