altNo começo do ato um microfone foi aberto bem na frente da Secretaria Estadual da Saúde, no quarteirão do Hospital das Clínicas. O Fórum Popular de Saúde vai continuar ocupando as ruas defendendo uma saúde pública, estatal e de qualidade.

 

altParece que vêm fazendo muito sucesso nas ocupações as discussões sobre gênero, feminismo, essas conversas. Todos os temas são pertinentes, mas política educacional, que é bom, até agora apareceu de modo bem secundário.

 

altPara estudantes, medida provisória do Ensino Médio é golpe na educação do Brasil. Se implementada, haverá uma onda de retrocessos.

altUm estilhaço de bomba, lançada gratuitamente pela polícia, tirou a visão de Deborah. A relação da PM paulista com o governo golpista é tão clara e reluzente quanto a calva do ministro da Justiça.

altA fixação no universalismo torna as pautas da esquerda abstratas e pouco convincentes para uma opinião pública sensível ao tema dos privilégios, tema do qual a corrupção é apenas uma das faces.

 

altAlgumas análises, ao lado de manifestações individuais nas redes sociais, causaram polêmica e espanto ao teorizarem uma “culpa da periferia” pela suposta vitória ideológica da direita.

 

altPara falar sobre a greve e também comentar questões conjunturais, conversamos com Regis Munhoz, historiador e membro da Secretaria de Formação do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

 

altPrisão de 21 jovens no CCSP gera debate entre esquerda autonomista e movimentos sociais que puxaram ato Fora Temer do último domingo.

altMovimentos das mais diferentes ordens pegaram, e continuam a pegar, carona no ímpeto desses jovens. Até centros culturais financiados por instituições bancárias realizam com sucesso de público e crítica eventos sobre as “ocupações”.

altO irônico Gilmar Mendes ainda utilizou a caquética declaração de Lula – em 2007 – de que greve dos servidores sem corte dos dias parado é férias. Este ataque orquestrado pela junta monetária que governa o Brasil tem dois alvos.

 

altNão dá para defender o PT com a romantização de alguns dos movimentos sociais. Mas, tampouco dá para legitimar o atual governo, que não quer oferecer qualquer migalha. Infelizmente, ela faz muita diferença na nossa vida.

 

altOs 26 jovens presos pela PM ficaram incomunicáveis por até oito horas, sem poder falar com os pais ou advogados. Para ouvidor, não há prova de crime: “Pode ser uma prisão política, sim”.