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Se vivemos na nossa bolha, por que não transformá-la na maior verdade possível?

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altO filme conquista a plateia silenciando totalmente as vozes que de fato deram ao feminismo de todo o século 20 muito de sua força.

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altÉ inevitável a sensação de final feliz: agora, cada qual em seu lugar natural, sem interferir na vida alheia, seguindo seus destinos. Que satisfação a de Val, poder seguir seu destino! Seja como for, agora Val tem o seu lugar. Não estamos aqui diante de uma síntese falsamente reconciliadora?

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altA má-fé sartriana com a qual o filme “Hoje eu quero voltar sozinho” representa a situação existencial das personagens faz não sobrar nada dessa ternura às mulheres.

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altNão admira que a plateia brasileira projete sobre a tela de Aquarius suas frustrações e indignações políticas. O diretor Kleber Mendonça Filho é bom pregador de peças.

 

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altQueremos alguém que vá lá e resolva – “Juiz Moro, esse vai resolver!”, “Dilma é a única honesta!”, “Lula é o nosso líder!” são as palavras de ordem do momento. Todas exprimem uma única e mesma crença, de uma maneira ou de outra, com mais ou menos consciência.

 

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altAo invés de apresentar algo como o protagonismo de ações coletivas e populares contra o racismo e a escravidão, Django Livre reafirma o mito do herói individual (assim como o último filme de Spielberg, Lincoln), numa clássica operação que já foi descrita como “política do silenciamento”.

 

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altO som ao redor propõe uma representação das classes sociais brasileiras que foge à dicotomia, tão batida no cinema nacional, entre os poderosos e o “povão”. Em vez da dicotomia, temos uma tríade.

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altNossas sociedades contemporâneas inventaram formas de dominação consentida e lúdica que disfarçam o fato de que, na verdade, todo nosso tempo e todos os lugares em que estamos não nos pertencem. A febre do Pokémon Go é o mais recente exemplo.

 

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altEm vez de clamar pelo respeito a valores republicanos, em vez de clamar por apoio a um aprofundamento dos direitos sociais e coletivos, Lula repete os mesmos termos do discurso que pretende combater.

 

 

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altPoucos historiadores transformaram o conhecimento histórico em uma arma tão poderosa quanto o estadunidense, de ascendência judaica, Howard Zinn. Sua obra inspirou ao menos duas realizações audiovisuais dignas de nota.

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altOs filmes de Tarantino aproximam-se da história como antes já o tinham feito os de Zemeckis e Stallone, como se a história fosse um grande baú de ossos de heróis, de grandes realizações objetificadas em grandes atos de grandes homens .