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Trump, ano 2: eleições ao Congresso, alívio interno com empresariado, possível exploração do Ártico e velhas rusgas geopolíticas.

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Ao cabo da viagem de Dilma brasileira a Washington – visita sem o status da de Estado – existiu pouco a celebrar.

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Malgrado a expectativa, Washington desvalorizou a presença de Dilma em seu território, ao não conceder o caráter de visita de Estado.

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Se em três anos o democrata Barack Obama demonstrou interesse insuficiente à América Latina, o quarto não seria diferente.

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Com as eleições em 2018, é possível que os republicanos tenham de adotar postura mais conciliadora.

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Dilma tinha pouco a tratar com Obama, a não ser questões de menor porte, se considerado o potencial da economia brasileira.

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Pré-sal, etanol, Cuba e Síria eram alguns dos assuntos a serem tratados na diplomacia entre ambos os países.

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Menos burocracia no gigante do norte indicaria tratamento semelhante cá. Em 2017, as regras alteraram-se, mas de modo negativo.

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O objetivo imediato na relação bilateral não se conectava com economia, mas com política, ao se referir a dois países do Oriente Médio.

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A visita de Dilma aos EUA em 2012 não trouxe novidades de peso comercial nem atraiu a mídia local.

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Após um ano, a parceria entre a Embraer e a Sierra Nevada seria vitoriosa em novo certame do governo norte-americano.

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Aos países deficitários comercialmente, a recomendação foi poupar despesas governamentais; aos superavitários, estimular consumo interno.