altDe princípio poluidor-pagador, tornou-se “princípio receptor-beneficiador”. A única forma eficaz de combater as mudanças climáticas é, definitivamente, deixar os combustíveis fósseis no subsolo e acabar com a imoralidade de colocar preço no CO2.

 

altÉ possível vislumbrar que no futuro toda massa de água paulista poderá passar pelos mesmos problemas que hoje passam os rios Pinheiros e Tietê e o reservatório Guarapiranga e o braço Rio Grande (Complexo Billings).

 

altUsina de Ouro Negro, de 600 MW, ganhará licença prévia nos próximos dias; ela aumentará em 7% as emissões de CO2 por eletricidade no país e agravará escassez de água em zona crítica.

altPara debater os impactos sob um ponto de vista técnico, falamos com os biólogos Dante Pavan e Viviane Schuch. “Vemos que as leis e os mecanismos da sociedade de proteção ao meio ambiente não estão funcionando”.

 

altUm dos itens que teve debate zero nessas eleições municipais, tão fundamental para cada município brasileiro, foi o saneamento básico. Nem os candidatos, nem a mídia, nem mesmo a Igreja soube colocar a temática em debate.

altAqueles que defendem que o país não precisa de energia nuclear não têm nenhum preconceito. Suas posições são determinadas pelo conhecimento dos impactos causados por tal tecnologia, diferentemente do senhor ministro, que nada sabe.

 

altOs investimentos em fontes renováveis estão orientados pela lógica capitalista e são tratados como um negócio como outro qualquer, muito rentável, onde o lucro e a justiça são incompatíveis.

altO projeto aprovado pelos deputados paulistas não apresenta sequer diretrizes mínimas que orientem tais editais. Integrantes do conselho estadual do meio ambiente inclusive foram pegos de surpresa.

altAs comunidades indígenas e locais no Acre estão profundamente divididas e grande parte rejeita a forma impositiva como o governo estadual promove projetos ditos sustentáveis.

altEnergia eólica, como qualquer outra fonte energética, provoca danos socioambientais. E o preço cobrado por MWh (megawatt/hora) produzido por esta fonte energética não leva em conta os custos socioambientais provocados.

 

altProjetos de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) estão sendo impostos em comunidades amazônicas em ritmo acelerado e geralmente com justificativas frágeis e pseudocientíficas.

 

altOs que propõem a financeirização da natureza argumentam que, sem pagar, não é possível manter as florestas em pé, ter rios limpos, a cidade limpa de resíduos , possuir terra sem agrotóxico e químicos, ter o ar respirável sem reduzir gases.