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Um forte recado ao governo Macri, que se faz de surdo. Se continuar assim, veremos se dessa vez o helicóptero esperará.

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Meio milhão de pessoas podem ficar sem cobertura médica por conta da quebra de empresa de saúde privada.

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Tal como em outros países, distanciamento ideológico do correísmo ainda não foi aproveitado pela esquerda.

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Margarita Lopez Maya é uma intelectual venezuelana nascida em Nova York, autora de diversos livros e artigos sobre a história do país bolivariano, que agora vive grave crise econômica e de abastecimento, tingida pelo sangue da violência política entre lados altamente polarizados. Na entrevista concedida ao Correio da Cidadania, Maya faz uma análise crítica do processo iniciado por Hugo Chávez. Ao final, constatamos em mais este país o mesmo fim de ciclo calcado na exportação de commodities.

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Maduro liquidou o que restava do promissor “processo revolucionário bolivariano” e tende a transformar-se, ainda mais, em “indefensável”.

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A ensaísta se define de esquerda sem renegar seu passado no Partido Comunista. Neste diálogo, analisa o fenômeno dos empresários-políticos.

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A Minustah não engendrou a democracia, protegeu os direitos humanos, promoveu a pacificação ou desarmou o crime. Perfeito!

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Discutir Cuba pareceria próprio de almas belas e intelectuais, mas não. Propomos debater suas virtudes e contradições.

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58 feminicídios simultâneos num orfanato. O que esta tragédia diz para o mundo?

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Fico pasmo por vê-lo celebrar Macri. O gabinete argentino se assemelha ao do Dr. Caligari, com mais de 50 processados.

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Após 10 anos de Rafael Correa, não foram criadas as bases da prometida sociedade “pós-neoliberal”.

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De outro lado, um silêncio profundo, retrato, talvez, de uma eleição contestada, clamada por muitos como de cartas marcadas.