altAcusam injustamente Cuba de ser um país pobre. Mas se esquecem de como cerca de 50 milhões de brasileiros só não vivem na miséria extrema e na fome porque contam com ajuda governamental.

 

altOs 9 milhões de toneladas de soja são colhidas de 3,5 milhões de hectares que foram roubados (literalmente) de camponeses, indígenas e de um Estado aliado dos sojeiros.

 

altMudanças sociais e políticas do chavismo são inegáveis. Mas o processo esgotou-se por manter-se dependente do petróleo e não superar o “estadocentrismo”. .Reduziu-se a pobreza sem alterar as condições estruturais da exclusão.

 

altHá na Argentina um conglomerado midiático que deve anos de encargos sociais, impostos e dívidas trabalhistas, além de dever a bancos e investidores. É sobre esse contexto que entrevistamos Lucas Laviana, da Rádio América, veículo protagonista da história.

 

altNa avaliação dos dois processos, a utilização falaciosa dos conceitos de liberdade e ditadura, e da denúncia criminosa das lideranças mais marcantes, se sobrepõe de forma acintosa às conquistas sociais.

 

altDo lado das negociações, a única que aparece no horizonte é a possibilidade de um encontro convocado pelo mediador designado pelo papa Francisco. A convocatória, também apoiada pela Unasul, divide a oposição.

 

altA cultura extrativista é o resultado da mutação gerada pelo neoliberalismo, montado no capital financeiro. O trabalho não tem o menor valor positivo; este lugar é ocupado agora pela pilhagem e suas faces auxiliares, o consumismo e a ostentação.

 

altA Colômbia está dividida em duas metades que não se reconhecem, nem se reconhecerão, porque precisam de uma forma para se encontrarem e dialogar, mas não ao estilo do processo de Havana, elitista e distante.

 

altCom ampla participação popular (68,2%, superior às eleições anteriores) e a totalidade das urnas apuradas, confirma-se a reeleição do atual presidente Daniel Ortega. O partido da situação também obteve ampla maioria parlamentar.

altEnviada ao país especialmente para cobrir a consulta, a jornalista Agnese Marra concedeu entrevista que o Correio da Cidadania e levantou algumas razões do resultado.

 

alt2017 e 2018, politicamente, vão estar centrados nos preparativos e na realização da luta pela sucessão presidencial, e de fato a decisão do EZLN e seus aliados indígenas vem a acelerar o cenário não só do fim do governo, mas do fim de um regime.

 

altAtônitas com o resultado do plebiscito que dá marcha ré nos acordos de paz entre a guerrilha e o Governo, em Ituango as pessoas voltam a ter medo, a se fecharem em casa e se perguntarem o que as espera.