altO Brasil é um dos países com maior potencial de expansão da produção de biocombustíveis e energias renováveis. Quando a Petrobras decide abandoná-los ela desiste de desenvolver uma das vocações do Brasil, país continental e tropical.

altA Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET) reitera que existem alternativas ao plano de privatização que está sendo realizado e que pode alienar cerca de um terço do patrimônio da estatal.

altPara entender as mudanças que estão em jogo, listamos as prerrogativas que, provavelmente, serão utilizadas pelo controlador privado para recuperar seu investimento para assumir tal função societária.

 

altHá propostas consistentes de diminuir o endividamento para limitar a venda dos ativos ao mínimo necessário, sem desintegrar a empresa, sem paralisar investimentos essenciais, sem descontinuar obras que estão em fase de conclusão e são importantes para o país.

altNa medida em que vende ativos, a Petrobrás reduz sua capacidade de pagamento da dívida no médio prazo e desestrutura sua cadeia produtiva, em prejuízo à geração futura de caixa, além de assumir riscos empresariais desnecessários.

altA súbita guinada à direita não decorria somente da suposta astúcia e descarado oportunismo político da direção petista. A redução da capacidade de pagamento permitiu a cena necessária para a mudança de rumo, o fim da breve e precária primavera keynesiana (nova matriz econômica) e a fatal imposição da volta à ortodoxia.

altNeste trabalho são apresentadas alternativas ao plano de privatização.

altJá é tempo de acreditar no Brasil e abandonar o “complexo de vira-latas”. Pior do que o complexo é a vontade de defender, com despudor, os interesses alienígenas.

altEm entrevista ao InfoMoney, Newton Cardoso Jr (PMDB-MG), cujo pai tem empresas de celulose, fala em aprovação do projeto em 2016, como “presente de Natal para setores agrícola e florestal”.

altO setor de telecomunicações brasileiro “demonstra de forma indiscutível” que o “Estado” tem sido “capturado pelos interesses do grande capital”, diz Gustavo Gindre à IHU On-Line, ao comentar a atual situação do setor e a crise da Oi, em entrevista que o Correio da Cidadania reproduz.

 

altOs argumentos usados são completamente falaciosos. A Petrobrás não está quebrada. O anunciado “rombo” de R$ 34 bilhões, em 2015, é um valor que não se sustenta, pois é fruto de uma desnecessária e perniciosa desvalorização contábil.

 

altO Correio da Cidadania entrevista o economista e professor da Unicamp Eduardo Fagnani, que fez severas análises das pretensões do novo governo, a seu ver bastante calcadas em vontades políticas e ideológicas.