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Em repúblicas como a nossa, figuras como Henrique Meirelles são mais comuns do que parece.

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Depois de massacrar os autênticos indignados, nossos “grandes analistas” parecem ter tirado férias.

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Lula, com seu pragmatismo vulgar, diante de evidências claras da corrupção sistêmica, jamais pretendeu enfrentá-la.

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Nesse processo faz-se necessário compreender que é tempo perdido remendar roupa velha. O esgarçamento é incontrolável.

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O tal Torquato quer privatizar a censura e colocar artistas e pensadores à mercê da invasão bárbara de autoritários e totalitários compulsivos.

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Só mesmo no imaginário político repleto de ilusões de certa intelectualidade pequeno-burguesa Lula ainda vestiria seu velho macacão. 

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Antes do discurso sectário, esquerda deve refletir se de fato abre espaço para pautas dos excluídos.

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A Venezuela está dividida. Mas, ao contrário do Brasil, as partes vão às ruas, se confrontam. Se o Exército se dividir, virá a guerra civil.

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Não satisfeitos com todos os “avanços” na precarização dos trabalhadores rurais, os fazendeiros querem mais: licença para matar.

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Disputar a direção do capitalismo inerente à periferia é o destino comum a ambas as fileiras.

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Não são apenas os arautos do capital a nos sugar por inteiros, mas também vertentes da esquerda.

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No mesmo momento em que o consórcio que administrava o aeroporto de Viracopos (Campinas – SP) tenta se desfazer da outorga, os quatro aeroportos leiloados em março pelo governo – Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Fortaleza (CE) – acabam de iniciar suas operações de transição, que levam até 10 meses, para a gestão da iniciativa privada. A respeito desta conjuntura, entrevistamos Jorge Eduardo Medeiros Leal, engenheiro aeronáutico com longa experiência nos setores público e privado.