altEnquanto os exilados perderam, eles tiveram muito a ganhar com a revolução, simbolizada por seu líder. Em 2012 a expectativa de vida em Cuba era maior do que a dos EUA.

 

altEm sua campanha, Trump disse que iria romper o acordo nuclear com o Irã. Em vez de bater palmas a essa bravata, Netanyahu vai pressionar o novo presidente a não fazer isso.

 

altÉ o que mostra a pesquisa “Valores Americanos em 2016”, realizada pelo “Public Religion Research Institute”. Mas a descrença geral vai mais longe: mais da metade desconfia da lisura do processo eleitoral.

 

altEnquanto campanhas de bombardeios são invariavelmente descritas na mídia do Ocidente como “dirigidas por sauditas”, os EUA e o Reino Unido são ambos participantes centrais e indispensáveis.

 

altOs juízes e promotores conservadores usaram seus poderes para sabotar as promessas de liberalização do regime. Rouhani venceu algumas disputas com esses poderosos grupos, mas ainda falta muito.

 

altAo Wall Street Journal, Trump defendeu foco mais concentrado na guerra contra o Estado Islâmico do que no investimento nas forças rebeldes e na queda do regime de Damasco. Também falou, embora rapidamente, sobre a questão palestina.

altA condenação de política antidrogas das Filipinas é apenas um exemplo das interferências norte-americanas nos governos dos países de sua órbita de influência. Não é o que a China tem feito.

 

altDepois de mostrar seu lado desumano, o governo May mostrou ser também xenófobo. Através da secretária do Interior, Amber Rudd, o governo propôs que se encorajassem os empresários a admitirem funcionários ingleses.

 

altSe lembrarmos o déficit dos EUA dá para avaliar o quanto a paz é necessária para o Tesouro ter bala para financiar os planos de Trump. E paz sem Rússia não passará de uma miragem.

 

altAs divergências entre os dois candidatos ficam mais agudas quando se trata de política internacional.

 

altObama desejaria acabar seu mandato de modo glorioso, vibrando um golpe demolidor nos assentamentos ou até propondo medidas para resolver a crise na região, incluindo prazo para que a ocupação militar israelense terminasse.

 

altCaso ímpar na história dos EUA: um país estrangeiro forçando direta e indiretamente a alteração de uma lei congressual que o prejudica. E o que é mais grave: contra cidadãos dos EUA.