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O colunista do Correio prossegue o debate sobre o livro de Jessé de Souza e suas inconsistências.

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Cresce o número de profissionais possuidores de “capitais culturais” que se vêm jogados do “trabalho de classe média” para o desemprego estrutural.

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Não nos sentimos felizes por acertar em muita coisa quanto ao que poderia ocorrer nesse ano catastrófico para o povo brasileiro.

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altO problema consiste em supor que o economicismo se resume a “imaginar que, para além da troca de mercadorias e do fluxo de capitais, não existe mais nada em comum entre as sociedades modernas capitalistas na dimensão simbólica e não econômica”. Como se “global” fosse somente isso.

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O colunista do Correio prossegue o debate sobre o livro de Jessé de Souza.

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Volto à crítica de A Tolice da Inteligência Brasileira. Talvez alguns se perguntem por que estou dedicando tanto tempo a esse trabalho. Afirmo dois motivos.

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altComo é possível, com a caracterização da “expansão do capitalismo” como “modelo de consumo restrito à classe média (no) processo de industrialização”, pretender acusar “os limites do economicismo marxista”?

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altA Tolice da Inteligência Brasileira acerta em parte quando diz que a “procura de um modelo para a sociedade brasileira” tem que realizar uma “análise correta dos padrões culturais que se tornaram dominantes”. Mas erra quando afirma que tal análise “teria que se concentrar na escravidão”.

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A análise do “comportamento” capitalista quanto à competividade dificilmente poderia indicar que o modo de produção cria seus próprios limites estruturais.

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Ao lado da ascensão de um neonazifascismo, um Brasil e um mundo que não vislumbram nenhuma solução para seu modelo econômico.

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altNão se pode aceitar que a colonização do Brasil foi realizada no “horizonte de expansão do capitalismo”, bem antes que o capitalismo houvesse surgido como modo de produção, circulação e distribuição. Mesmo porque isso impede que se examine a singularidade das relações de produção após a libertação dos escravos.

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altApesar de tudo que já existe sobre o desenvolvimento capitalista no Brasil, o livro A Tolice da Inteligência Brasileira considera que o “núcleo da concepção do Brasil como uma sociedade moderna” permaneceria “não discutido”.