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O alívio do clone Imprimir E-mail
Escrito por Otto Filgueiras   
Sexta, 04 de Julho de 2014
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Clone do PSDB, o governo petista, e de comunistas de logotipo, está respirando aliviado com o apoio de sindicatos pelegos, do peleguismo de tipo novo, mas também de movimento populares combativos. O governo clonado editou recentemente um decreto (8.243/14) para “democratizar as relações de representação popular e poder entre a sociedade civil e o Estado” capitalista.

 

De pronto, foi criticado pelos mesmos reacionários de sempre (antigos e novos), e por sua mídia comercial conservadora, argumentando que se trata de um golpe institucional do governo, próximo das eleições. Segundo a banca da direita e sua imprensa de classe, o decreto desacredita os poderes da República. Ou seja, os poderes da podre democracia burguesa.

 

Mas o decreto do clone não enfraquece burgueses e reacionários. Quer apenas colocar ordem na casa, ordem na contestação ao sistema capitalista. Ao contrário da repressão pura e simples das manifestações populares, o clone foi obrigado também a fazer concessões, desde que os rebeldes que ocuparam e ocupam praças e ruas reconheçam o Estado burguês e os seus governos como legítimos representantes para mediar conflitos de classe, sempre respeitando a lei e a ordem capitalista.

 

De fato, os conselhos de políticas públicas são menos burocráticos e mais representativos do que o Congresso Nacional, onde a corrupção corre solta pelo Senado e Câmara dos Deputados.

 

Mas o decreto não ameaça a democracia burguesa e não subverte a ordem, como dizem os reacionários, incluindo os tucanos, que forçam a barra para ver uma espécie de bolivarianização ou a sovietização inexistente no Brasil.

 

Antes fosse. Mas não é.

 

Basta ler atentamente o decreto para constatar que se trata tão somente de concessão aos crentes, aos bem aventurados que ainda acreditam que petistas e comunistas de logotipo tocam um governo em disputa.

 

Não por acaso, o SBT de Sílvio Santos fez, nos últimos dias, reportagem simpática com blacks blocks, pois o governo quer cooptá-los, assim como ao Movimento Passe Livre e aos manifestantes rebeldes que ocupam as ruas.

 

Os comunistas precisam participar dos conselhos, mas defender sua total autonomia em relação ao Estado e empresários, inimigos da classe operária e dos trabalhadores. Os comunistas sabem que só o poder operário e popular, a democracia proletária, dará um basta na espoliação e opressão capitalista.

 

E que um governo que se alia com fascistas, com gente igual a Paulo Maluf, e que tem Delfim Netto como conselheiro econômico, só fortalece ao capitalismo. O governo petista tem horror ao socialismo e uma sociedade sem exploração de classe. Quer de volta a política da socialdemocracia, quer continuar administrando o capitalismo e as suas crises.

 

Dilma, o governo petista e de comunistas de logotipo estão mesmo aliviados. Afinal, segundo a última pesquisa Data Folha, a presidente está subindo na preferência dos eleitores. Avalio que deve vencer a disputa presidencial ainda no primeiro turno. Mas sem o meu voto.

 

Resta saber se movimentos populares combativos se contentarão em ser sublegenda dessa gente.

 

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Otto Filgueiras é jornalista e está lançando, pela editora Caio Prado Junior, o livro Revolucionários sem rosto: uma história da Ação Popular.

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