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Áudios - Arquivo

Edição 903 - 31/03/2014 a 06/04/2014
Arquivos do Correio
Segunda, 07 de Abril de 2014
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‘O Estado brasileiro ainda se curva ao poder militar’

Gabriel Brito e Valéria Nader


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Na sequência de entrevistas a respeito da Comissão Nacional da Verdade, o Correio da Cidadania entrevistou Aton Fon Filho, hoje membro da Rede de Advogados Populares. No balanço histórico que faz, à luz de nossa atualidade democrática, Aton afirma que “os militares venceram”, como demonstrariam as declarações de Dilma e Celso Amorim na semana, e destaca a fragilidade estrutural da própria Comissão. Além disso, não coloca muita fé na possível colaboração do exército na investigação das torturas e outros crimes.

 


 

Crise na Ucrânia revela conflito geoestratégico entre EUA, UE e Rússia

Achille Lollo

 

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Atualmente, a Casa Branca e o Pentágono, sob a vigência do Partido Democrata, pretendem efetivar a contraposição bipolar com a Rússia e a China, sem recorrer a um conflito de âmbito mundial. Nesse contexto, a explosão de crises políticas localizadas amplia a arma das negociações da Casa Branca que, gradualmente, pretende impor a criação de duas “zonas de livre comércio”. Algo que, na realidade, corresponde a um projeto de divisão do mundo.

 


 

Mídia e autoridades: revisionismo histórico e submissão nos 50 anos do golpe militar

Gabriel Brito, da Redação


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Não surpreende que os posicionamentos de Dilma e Celso Amorim tenham desapontado aqueles que até hoje travam batalhas ideológicas e judiciais por punição aos militares. No entanto, precisamos estudar a fundo se esse aparente recuo não revela uma submissão ainda considerável à caserna e aos cães de guarda do regime, até hoje incrustados em esferas do poder, além de respaldados por uma mídia que disfarça mal seu apreço pela ditadura. E cabe investigar até que ponto essa possível ‘capitulação’ ainda seria cabível.

 


 

EDITORIAL

 

Do golpe militar à tentativa de democracia

 

Parece evidente que a transição do regime ditatorial para a ordem institucional não se completou. Os esqueletos e as heranças do regime militar estão muito ativos na nossa sociedade. Conquistamos o direito de voto, de organização, manifestação, expressão, isto é certo. Mas é profundo o DNA violento e repressor do Estado brasileiro.

 


 

POLÍTICA

 

A mentira do pacto da Anistia

José Benedito Pires Trindade e Otto Filgueiras

 

Ah, sim! A “Casa da Morte”, em Petrópolis, um dos mais notórios “aparelhos” clandestinos de tortura e assassinato das Forças Armadas, não está na lista das instalações militares a serem investigadas, ou seja lá o que isso signifique. Quer dizer: os mais terríveis segredos do regime serão mantidos, garantidos pela Lei de Anistia, pelo tal “pacto político” e pelas investigações agora anunciadas.

 


 

A ocupação da maré e o Estado Autoritário de Direito

Léo Lince

 

Pode ser um mero arreganho para garantir os lucros da máquina mercante nos negócios da copa.  O aprendiz de feiticeiro, no entanto, desencadeia forças que depois não sabe controlar.  A ocupação da Maré pelas forças armadas, na base da GLO, sigla terrível, e do mandado coletivo de busca, que define como marco legal vigente o “Estado Autoritário de Direito”, abre espaços para as soturnas botas que podem pisotear a nossa precária democracia, aquela plantinha tenra.

 


 

Brasil pós-ditadura

Frei Betto

 

Passadas quase três décadas do fim da ditadura, o Brasil nem sacudiu a poeira nem deu a volta por cima. Quem é hoje a figura majestática do PMDB, o maior partido do Brasil e principal aliado do governo petista? José Sarney.

 


 

A maior privatização da história?

Danilo Pretti di Giorgi

 

Ao que tudo indica, conseguiram fazer com que esse sempre mau negócio para a vida no planeta em geral, que é extrair e queimar petróleo, se transformasse também em um mau negócio para o caixa do país. E o pior para o PT é que a operação está sendo considerada por muitos, dado o gigantismo de Libra, como a maior privatização da história brasileira.

 


 

Classes e luta de classes: ainda classes em luta

Wladimir Pomar

 

A longa duração do descenso das mobilizações sociais no Brasil está relacionada com a transição pactuada da ditadura militar para uma democracia liberal burguesa de amplitude até então desconhecida na história.

 


 

SOCIAL

 

Um ano de pontificado

D. Demétrio Valentini

 

O  Papa Francisco conseguiu retomar o impulso de renovação da Igreja, levantado pelo Concílio, e agora direcionado por algumas iniciativas renovadoras, ainda claramente muito tímidas.

 


 

Nos calabouços da ditadura civil-militar

Frei Marcos Sassatelli

 

Unamo-nos também à Anistia Internacional, que – sempre no dia 1º de abril – lançará no Brasil uma campanha pela punição dos agentes que torturaram e mataram militantes de esquerda durante a ditadura civil-militar.

 


 

INTERNACIONAL

 

50 anos do golpe

Virgilio Arraes

 

Não obstante o legado desgastante do antigo regime, isso não impediu a adesão e, por isso, a incorporação de muitos colaboradores da era ditatorial à nova ordem, o que contribui ao menos parcialmente para compreender o porquê de uma transição longa e imperfeita entre um período e outro. Com isso, não houve disposição – ou necessidade – de desculpas da elite política à população ou de investigação dos atos cruentos do amargo período de exceção.

 


 

ECONOMIA

 

O passado e o incerto presente

Paulo Passarinho

 

Em meio às referências e análises sobre os cinquenta anos que nos separam do golpe de Estado de 1964, uma verdade parece insofismável: os setores da burguesia brasileira e do capital internacional envolvidos no processo de deposição de Jango continuam a mandar no país.

 


 

“Eleições” no modelo dependente

Adriano Benayon

 

O real sistema de poder manobra sempre para que todos os candidatos com chance de chegar ao segundo turno estejam comprometidos com a realização dos mesmos objetivos.

 


 

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Última atualização em Segunda, 07 de Abril de 2014
 

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