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Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

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Áudios - Arquivo

Edição 897 - 17/02/2014 a 23/02/2014
Arquivos do Correio
Segunda, 24 de Fevereiro de 2014
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‘Estamos no campo do imponderável e acho difícil que o aumento da repressão detenha as manifestações’

Gabriel Brito, da Redação

 

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Já se preparando para a festa da Copa do Mundo e o processo eleitoral subsequente, o governo brasileiro tenta acelerar as pautas de enrijecimento das leis penais. O advogado Rodolfo Valente, que já prestou auxílio jurídico a diversos manifestantes presos nos últimos tempos, em entrevista ao Correio, acredita que a repressão realmente virá com toda a sua força, uma vez que o governo, em relação aos atuais protestos, “faz uma aposta no conservadorismo”. Além disso, o advogado também contou como tem sido o trabalho daqueles que defendem os presos em atos, “praticamente todos a esmo”.

 


 

‘Dilma aprofunda desregulamentação, liberalização e desnacionalização’

Valéria Nader, da Redação

 

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“Os traidores sempre acabam por pagar por sua traição, e chega o dia em que o traidor se torna odioso mesmo para aquele que se beneficia da traição”. É com esta frase, atribuída a Victor Hugo, que o economista e professor titular de Economia da UFRJ, Reinaldo Gonçalves, encerra entrevista que concedeu ao Correio da Cidadania, para avaliar a atual crise econômica que arrasta  países emergentes e as orientações econômicas e políticas em vigor nos anos petistas, em geral, e no governo Dilma, em particular.

 


 

POLÍTICA

 

‘Consciência e independência deram amplitude inédita à greve do rodoviários de Porto Alegre’

Gabriel Brito, da Redação

 

Parte mais do que interessada nos debates sobre reajustes de tarifa e passe livre, que agitaram o Brasil de forma espetacular no ano passado, os trabalhadores rodoviários de Porto Alegre promoveram uma grande e rara mobilização na categoria, com uma greve que durou praticamente duas semanas e teve 100% de adesão da categoria, além da paralisação de toda a frota de ônibus da cidade. O Correio da Cidadania  conversou com Mauricio Barreto, membro da oposição à direção da Força Sindical.

 


 

Do Petismo ao Lulismo

Valerio Arcary

 

Para resumir, e como em qualquer resumo sendo brutal, o PT deixou de ser um partido de trabalhadores, com direção pequeno burguesa de 1980, e passou a ser um partido burguês com eleitorado proletário.

 


 

Quem semeia ventos colhe tempestade

José Benedito Pires Trindade e Otto Filgueiras

 

O Senado brasileiro debate, com apoio de gente do PT, e de sua base aliada, uma lei antiterrorista, que prevê até 30 anos de prisão para quem atentar contra a ordem e o patrimônio público, como era a Lei de Segurança Nacional dos tempos de ditadura. A mídia comercial e os donos do poder se prepararam para uma guerra contra os trabalhadores, contra a juventude rebelada e a população em geral por causa da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

 


 

A alma das ruas no carnaval do Rio

Léo Lince

 

Assim foi, assim é e assim será. As ruas do Rio estarão, nos próximos dias, mais uma vez ocupadas pelos filhos do Guarani da mata virgem, os filhos do Quilombo de Palmares e os filhos do sapateiro Zé Pereira. As barricadas do desejo vão se espalhar pelos quatro cantos da cidade. Os napoleões retintos, os caciques de Ramos e os operários do bonde de São Januário, juntos e misturados, vão tomar conta da cidade. Tremei podres poderes, pois vai passar, mais uma vez, o sanatório geral que nos redime.

 


 

Um perigo que quase ninguém está vendo

Plínio Arruda Sampaio

 

A impossibilidade de realizar a reforma agrária vai levar os sem terras, mais ou menos dia, à obtenção de terra mediante a violência física. Apoiar o MST é uma contribuição a fazer ao país.

 


 

Educação e consciência crítica

Frei Betto

 

É importante a criação de uma institucionalidade política que nos impeça “cair em tentação” quanto à falta de ética. Tal objetivo não se atinge por meio de repressão e penalidades, embora elas sejam necessárias.

 


 

Classes e luta de classes: um momento conjuntural

Wladimir Pomar

 

Na impossibilidade de golpes, a direita quer não só esconder que era ela quem aliciava jovens para praticar o vandalismo nas manifestações, mas também aproveitar a comoção social para aprovar leis duras que coíbam qualquer manifestação.

 


 

O bloco dos Desobedientes

Pablo Ortellado

 

A violência nas manifestações é um sistema no qual estão interligadas as ações dos manifestantes, a repressão policial e a cobertura dos meios de comunicação. O que menos se compreende é o destaque desigual dado a cada uma delas.

 


 

INTERNACIONAL

 

Rápidas considerações sobre a crise na Venezuela

Gilberto Maringoni

 

Há condições de um golpe de Estado hoje? Pouco provável. Daí a necessidade de se criar artificialmente a pauta do caos e propagar aos quatro ventos que há um governo ilegítimo, cuja única saída é reprimir seu próprio povo. A fala de Obama, nesta semana, condenando o governo venezuelano, insiste nessa tecla. Nesse quadro, talvez a prisão de Leopoldo López não tenha sido a melhor solução.

 


 

Fazer frente à ofensiva da direita

Marea socialista

 

O erro principal do governo consiste em sua oscilação vacilante que o leva a aplicar as medidas que a direita exige. Com elas, abrir-se-ia o caminho para a liberação de uma parte substancial dos recursos do petróleo e para a hiperinflação.

 


 

Na Itália, a corrupção mafiosa abocanhou 60 bilhões de euros em 2013

Achille Lollo, de Roma para o Correio da Cidadania

 

Nos últimos trinta anos, diversos prefeitos, governadores regionais, deputados e senadores foram eleitos com o voto dos currais eleitorais dos clãs mafiosos que, em seguida, se infiltraram na administração pública, costurando importantes relações com setores do Estado. Foi nesse âmbito que, a partir de 1990, as “Eco-Máfias” – responsáveis por danos ambientais incalculáveis com o desastrado manuseio do lixo – consolidaram seu poder em inteiras regiões do Sul e do Centro da Itália.

 


 

Estados Unidos e Síria no século XXI – ampliação da pressão política

Virgílio Arraes

 

Nos próximos dias, há a chance real de que o trio amero-franco-britânico - apoiado por boa parte dos países médio-orientais - apresente uma resolução ao Conselho de Segurança das Nações Unidas com o objetivo de assegurar auxílio humanitário em todo o território sírio. O encaminhamento do texto dependeria ainda da posição da China e especialmente da Rússia, próximas do enfraquecido governo de Assad.

 


 

Um prego no caixão das negociações da Palestina

Luiz Eça

 

Depois de renegar sua promessa feita a John Kerry, de moderar o ritmo da criação de novos assentamentos, o governo de Israel exagerou. Divulgou uma lista de financiamentos aos assentamentos.

 


 

Às voltas com o golpismo na Venezuela

Juan Carlos Monedero

 

Leopoldo López e Maria Corina Machado querem tirar Capriles do jogo e ocupar o seu lugar com uma estratégia de confronto, sonhando com um cenário líbio e sírio.

 


 

Um golpe em câmera lenta contra a democracia na Venezuela

Alfredo Serrano Mancilla

 

A nova fórmula (ou talvez a mais original das fórmulas) é “guerra econômica junto com guerra violenta de rua com as mortes necessárias” para tentar encenar um país instável e desgovernado.

 


 

A greve de outubro de 1972: a primeira ofensiva para derrubar o governo da Unidade Popular

Jorge Magasich

 

Neste segundo artigo da série especial sobre o Chile de Allende, Jorge Magasich escreve sobre a grande greve organizada por entidades patronais.

 


 

ECONOMIA

 

Fechamento Lento e Gradual?

Paulo Passarinho

 

Pressionado pelas ruas e por uma crise econômica que começa a se esboçar, tudo indica que o país, presidido hoje – ironia da história – por uma ex-guerrilheira à época da ditadura, poderá enveredar por um processo de fechamento lento e gradual. Porém, é importante se destacar, absolutamente inseguro, para todos.

 


 

A oligarquia deseja a depressão

Adriano Benayon

 

No presente, a depressão econômica prossegue, bem como suas trágicas consequências sociais. A oligarquia financeira está cada vez mais concentrada e tem cada vez mais poder sobre os governos – à exceção dos demonizados, por não se submeterem.

 


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Última atualização em Segunda, 24 de Fevereiro de 2014
 

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