topleft
topright
ISSN 1983-697X

Boletim Diário

Email:
Para assinar o boletim de
notícias preencha o
formulário abaixo:
Nome:

Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

Arquivo - Artigos

Áudios

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições  

Leia mais...
Image

Plinio de Arruda

MEMÓRIA

Confira os textos em homenagem a Plinio


Leia Mais

Plinio em Imagens



Confira a vida de Plínio


Charge


Imagem




Artigos por data

 Nov   December 2016   Jan
SMTWTFS
   1  2  3
  4  5  6  7  8  910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
Julianna Walker Willis Technology

Links RSS

Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania

Áudios - Arquivo

AumentarDiminuirVoltar ao original
Cultura stalinista Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Quarta, 05 de Fevereiro de 2014
Recomendar

 

 

Com a derrota da revolução socialista, em escala mundial, na década de vinte do século passado, surgiu um fenômeno político que recebeu o nome de stalinismo. É necessário deixar claro que esse fenômeno não foi criação de psicopatas, figuras diabólicas. Isso não! Ele foi produto de uma situação histórica, sem que se possa negar o papel de bandidos, traidores, traídos, heróis e mártires nesses processos.

 

O advento do stalinismo gerou situações absurdas. A primeira e a mais grave delas foi a de que, derrotada a proposta socialista, colocou-se em seu lugar a construção do capitalismo de Estado. Essa construção do capitalismo teve um custo social extremamente alto, e tudo foi feito sob os carimbos do socialismo e do comunismo.

 

Atropelando os princípios mais primários do marxismo, foi formulada a tese da “construção do socialismo em um só país”. Promulgada essa “sentença”, a URSS autoproclamou-se “pátria mãe do socialismo” e, concomitantemente, revogou todos os princípios da democracia política, legados pela revolução democrática burguesa. Estabeleceu o mais completo totalitarismo e passou a considerar todo e qualquer dissidente como “inimigo do povo”, “sabotadores”, “divisionistas”, “agentes do imperialismo” e outras acusações do gênero. Os dissidentes, enquadrados nessas acusações, de forma unilateral e arbitrária, eram perseguidos, presos, torturados e, muitas vezes, executados.

 

O Partido Comunista  russo autoproclamou-se “o povo eleito de Deus” e todo aquele que não rezasse em sua cartilha deveria ser jogado no “fogo do inferno”. Tudo se tornava justo em nome da “causa” da qual eles, os stalinistas, eram, e ainda são, os mais fiéis representantes.

 

Esse quadro político permitiu que se criasse uma prática baseada nos mais torpes métodos. No começo, foram os famosos processos de Moscou e, depois, essa prática se espalhou mundo afora. Mentindo, caluniando, desqualificando e, sobretudo, conspirando em torno de projetos no sentido de conquistar eventuais aparelhos, sejam eles partidários, sindicais, institucionais, o stalinismo instituiu a prática da  má conduta

 

A lealdade e a retidão passaram a ser coisas da “moral pequena burguesa” e, assim, implantou-se um fazer  que revelava e revela a degeneração do proceder político, comportamentos próprios da contrarrevolução, em um dos pilares é o stalinismo nas suas mais diversas roupagens, inclusive o stalinismo-trotskismo.

 

Gilvan Rocha é presidente do CAE - Centro de Atividades e Estudos Políticos - http://gilvanrocha.blogspot.com.br/2014/02/cultura-stalinista.html#links - Blog: http://www.gilvanrocha.blogspot.com

 

Recomendar
Última atualização em Quarta, 05 de Fevereiro de 2014
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




Para ajudar o Correio da Cidadania e a construção da mídia independente, você pode contribuir clicando abaixo.


Vídeos

Índios Munduruku: Tecendo a Resistência

Imagem

Documentário sobre as resistências indígenas às hidrelétricas do Tapajós
Leia mais...

A Ordem na Mídia

Eugênio Bucci: “precisamos de um marco regulatório democrático na comunicação”


Há uma falência nos modelos de negócios refletida nas relações trabalhistas, na concentração de propriedade, formação de monopólios e oligopólios e no aparelhamento por parte de igrejas e partidos. Entrevistamos Eugênio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP, que afirmou a necessidade de um marco regulatório democrático para fortalecer a democracia no Brasil.
Leia mais...


Brasil_de_fato
Adital
Image
Image
Banner_observatorio
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image

Diario Liberdade

Espaço Cult

Image
Image
Revista Forum
Joomla Templates by JoomlaShack Joomla Templates