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Áudios - Arquivo

Edição 889 - 09/12/2013 a 15/12/2013
Arquivos do Correio
Segunda, 16 de Dezembro de 2013
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‘Virada de mesa’ e violência nos estádios aceleram a modernização conservadora do futebol brasileiro

Gabriel Brito, da Redação

 

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O Campeonato Brasileiro terminou, mas fantasmas voltaram a ganhar os holofotes e a dominarem todos os debates que se seguiram. Com eles, vemos o espectro das velhas artimanhas e jogo sujo de bastidores rondarem o desfecho do torneio. Como há tempos não se via, a classificação final será homologada pelo tribunal. Se é pra abordar o assunto com realismo, trata-se de um epílogo justo, à altura de todos os personagens que ainda mandam no futebol brasileiro e, como desgraça pouca é bobagem, ganharam uma Copa do Mundo de presente, para fortalecerem suas imagens e influência política.

 


 

POLÍTICA

 

Legislação eleitoral republicana deveria criminalizar o financiamento feito por pessoas jurídicas

Otaviano Helene

 

Com a volta do tema do financiamento de campanhas eleitorais por pessoas jurídicas ao debate público, o Correio republica do texto do professor de física da USP.

 


 

Condições objetivas

Gilvan Rocha

 

Ouso dizer que a crise da humanidade é de natureza política, uma vez que, somente através da saída socialista, poderemos evitar o desastre. Não é à toa que padecemos de um grau tão profundo de raquitismo político, de confusão generalizada.

 


 

Bergogliomania e crise (4)

Osvaldo Coggiola

 

Os traços de seu pontificado não são a solução, mas o sintoma da crise da Igreja, a mais profunda em séculos, que demonstra, para além das declarações em favor dos pobres e contra a cobiça e a insensibilidade dos ricos, que essa instituição milenar uniu para sempre seu porvir ao do capital.

 


 

Francisco e a economia de mercado

Frei Betto

 

Francisco defende o papel do Estado e condena a autonomia absoluta do livre mercado. Enfim, um profeta que põe o dedo na ferida, pois ninguém ignora que o capitalismo fracassou para 2/3 da humanidade: as 4 bilhões de pessoas que, segundo a ONU, vivem abaixo da linha da pobreza.

 


 

Trotsky, o bíblico

Gilvan Rocha


O monolitismo do X Congresso do PC Russo teve, no trotskismo, a aplicação mais profunda e a prova dessa afirmação é o fato de que existem, hoje, mais de cem organizações trotskistas espalhadas pelo mundo.

 


 

SOCIAL

 

Parem a execução de moradores de rua!

Frei Marcos Sassatelli

 

Delegado Adriano, como o senhor tem o despudor de afirmar que se trata de “problemas pontuais”, quando, somente na capital, em pouco mais de um ano, foram executados 44 (ou 48, segundo outra fonte) moradores de rua?

 


 

A PPP da Casa Paulista: solução ou impasse para a moradia popular no centro de São Paulo?

Beatriz Kara José e Helena Menna Barreto Silva

 

Da proposta da "PPP do Centro" não devem ser esperadas garantias de moradia social no Centro, mas, ao contrário, mais dificuldades para esse objetivo.

 


 

Alunos em luta; ou quando a aula é dada por quem está para aprender

Davi C. Santos

 

A luta dos alunos começou quando a direção decidiu cercar o pátio e outras dependências da escola, por meio de muros. Nas palavras dos próprios alunos, divulgadas via abaixo assinado: "Queremos deixar nossa insatisfação de como as coisas são feitas nessa escola".

 


 

Estratégia para privatização: o caso do HC/UFPE

Heitor Scalambrini Costa

 

As entidades médicas, como a comunidade universitária, defendem maiores recursos para manutenção do hospital e remuneração dos servidores, e condenam esse modelo de gestão fora do SUS, o que implica em uma lógica de privatização, tornando a saúde uma mera mercadoria.

 


 

INTERNACIONAL

 

Argentina: rebeliões policiais, descontentamento social e um debate sobre a esquerda

Roberto Ramírez, de Buenos Aires para o Correio da Cidadania

 

Neste contexto, em diversas províncias se iniciaram “greves” policiais, seguidas de saques, principalmente contra pequenos e médios comércios (em geral, os grandes shoppings e cadeias de supermercados não foram tocados). O governo afirma, falsamente, que todos os saques foram “organizados”. Não é assim. Com essas declarações, trata de colocar todos os fenômenos no mesmo saco e fugir de suas responsabilidades, em uma situação social que piora dia após dia, ainda que não chegue aos extremos de 1989 e 2001.

 


 

Estados Unidos e Síria nos últimos anos da Guerra Fria

Virgílio Arraes

 

Com o relativo distanciamento dos norte-americanos das questões libanesas, os sírios aspiraram a exercer uma influência política maior no Oriente Médio, ao definir sua área de influência ideal: Líbano e Jordânia. Assim, eles não aceitariam a proposta estadunidense de paz direcionada a sua retirada do fragmentado país em troca da devolução das colinas do Golã e aproveitariam a oportunidade para fortalecer os xiitas em detrimento dos cristãos. Ao longo dos anos 80, a resposta dos Estados Unidos seria valer-se de seus aliados fraternos, Turquia e Israel.

 


 

Por que a burguesia canonizou Nelson Mandela?

Renato Nucci Jr.

 

Tivessem Mandela e o CNA optado pela perspectiva de uma revolução social que transferisse todo o poder à maioria do povo, expropriando política e economicamente a minoria branca, além de punir exemplarmente todos os responsáveis pela dor e sofrimento causado à população negra, hoje ele estaria sendo execrado como mais um ditador terceiro-mundista. E sua morte, ao invés de lamentada, seria saudada pelos grandes meios de comunicação mundiais.

 


 

Quo Vadis Partido Democrático?

Achille Lollo, de Roma para o Correio da Cidadania

 

É o questionamento que a maioria dos eleitores do PD faz após as primárias, onde Matteo Renzi, junto a 12 desconhecidos dirigentes, pretende mandar embora o velho grupo dirigente, filhote do compromisso histórico de Enrico Berlinguer e dos “acordos amplos” de Napolitano.

 


 

Venezuela: quem ganhou e quem perdeu? Hora de analisar de cabeça fria

Javier Biardeau

 

Em momentos onde a alegria chavista é o sentimento predominante, e com justiça poderá passar as festas de 2013 com sabor de legítima vitória, é preciso não perder de vista para o ano de 2014 a necessidade de uma análise profunda das correlações de forças e suas dinâmicas de fluxo ou refluxo revolucionário, a fim de enfrentar os próximos desafios eleitorais, para a renovação do parlamento venezuelano.

 


 

O legado econômico de Mandela

Michael Roberts

 

O CNA expressa as fortes divisões entre a maioria da classe trabalhadora negra e a pequena classe dominante negra que se desenvolveu. O legado de Mandela é o fim do apartheid; a luta por igualdade e uma vida melhor continuam com as gerações seguintes de seu povo.

 


 

Mandela e Fidel: o que não se diz

Atilio Boron

 

Mandela disse: “os cubanos vieram como doutores, professores, soldados, especialistas agrícolas, nunca como colonizadores. Compartilharam as trincheiras de luta contra o colonialismo, o subdesenvolvimento e o apartheid...”. Boa recordação para quem fala da “invasão” cubana a Angola.

 


 

Mortos e ausentes decisivos nas eleições de Honduras

Luiz Eça

 

Mesmo que o improvável aconteça, é duvidoso que Hernandez e os grupos donos do poder aceitem o resultado. Os analistas dizem que ele é ainda mais neoliberal do que Lobo. Boa notícia para os 10% mais ricos. Eles ficam devendo aos mortos e ausentes.

 


 

ECONOMIA

 

As fontes da dívida pública

Adriano Benayon

 

Aumenta-se a dose das políticas de desnacionalização da economia, causadoras originárias da dívida pública. A desnacionalização gera mais dívida, e esta aprofunda o rombo. Fixam-se taxas de juros altíssimas sobre o montante enorme dessa dívida. Desse modo, mesmo sugando  os contribuintes, com tributos, o Estado não consegue receitas suficientes para pagar a conta dos juros. Isso demonstra que essas taxas não têm outro sentido senão acarretar o crescimento sustentado da dívida, por meio da capitalização de juros.  Desnecessário reiterar o quanto tais políticas são destrutivas.

 


 

Com sinais preocupantes, dependência externa desnuda-se em 2013

Guilherme C. Delgado

 

Temos algum tempo para resolver os dilemas do presente. A eleição de 2014 não será igual à de 1998, quando a mídia escondeu a crise cambial para não prejudicar a reeleição de FHC. Agora, tenta-se forjar uma crise cambial iminente, que não é verdadeira. Mas é infelizmente uma meia-verdade, tecida pelo casamento infeliz da ‘reprimarização’ com a desindustrialização do comércio externo, processos não apenas empíricos, mas estruturas perversas da economia política do subdesenvolvimento, recuperadas depois de 1999, mas que precisam ser reformadas em profundidade.

 


 

CULTURA

 

Verdade 12.528: a importância de apurar fatos obscuros da nossa história

Raphael Sanz, da Redação

 

No último dia 19 de outubro, há pouco menos de dois meses, estreou no Cinesesc da rua Augusta, pela 37a Amostra Internacional de Cinema de São Paulo, o documentário Verdade 12.528, dirigido pela Paula Sacchetta e pelo Peu Robles. O filme conta algumas das piores atrocidades cometidas pela ditadura militar brasileira através de depoimentos de familiares de mortos e desaparecidos e também dos camponeses do Araguaia que conviveram com a guerrilha. Na entrevista com Paula e Peu, pudemos conversar a respeito de diversos temas relacionados ao filme.

 


 

 

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Última atualização em Segunda, 16 de Dezembro de 2013
 

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