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Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

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Áudios - Arquivo

Edição 880 - 07/10/2013 a 13/10/2013
Arquivos do Correio
Segunda, 14 de Outubro de 2013
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Obama e Rouhani: as ligações perigosas entre EUA e Irã

Ramez Philippe Maalouf

 

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Durante a invasão anglo-americano-australiana do Iraque em 2003, diplomatas britânicos denunciaram a autorização dada aos EUA pelo presidente iraniano Mohammed Khatami para que usassem os aeroportos do Irã para o ataque ao país árabe vizinho. Segundo inúmeros historiadores e analistas internacionais a participação iraniana no Iraque em momento algum favoreceu a formação de uma resistência unificada contra os invasores anglófonos. Irã e EUA estabeleceriam um condomínio sobre o Iraque, a partir das eleições iraquianas de 2005.

 


 

Mídia e Estado seguem em insidiosa ação de deslegitimação das mobilizações e incentivo à violência

Valéria Nader e Gabriel Brito, da Redação

 

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“Manifestar sem ser agredido pelas forças do Estado é direito inegociável que deve ser garantido, em forma organizada e política, pelas próprias forças que se manifestam”, disse ao Correio o historiador Mario Maestri, em entrevista que discute a violência do Estado, da Mídia e também a atuação e a tática do black bloc. Maestri não mostra deslumbramento com tal audácia. E quanto à explosão de junho, ainda não impulsionou, em sua visão, a formação de um grande, e mais unificado, movimento, entre outras coisas porque “vivemos ainda o peso subjetivo da terrível derrota histórica do mundo do trabalho”.

 


 

POLÍTICA

 

Robin Hood tinha razão

Frei Betto

 

Dois pesquisadores, ao testarem macacos-prego, verificaram que eles se zangavam ao ver um companheiro receber uma recompensa melhor. Liberdade passou a ser entendida como direito de um se sobrepor ao outro, ainda que o outro seja relegado à miséria.

 


 

Próxima aula dos professores do Rio: cidadania

Raphael Sanz, da Redação

 

A excessiva cobertura de confrontos pontuais acabou ofuscando a organização e a agenda dos professores, que começaram muito antes destes últimos atos e cuja relevância para o desenvolvimento brasileiro é infinitamente superior a qualquer outra abordagem oportunista. “O plano de metas é a aplicação do modelo toyotista na educação, não passa de um modelo mercadológico que tenta economizar custos da administração pública e ao mesmo tempo criar uma ideologia de mercado dentro do sistema público”, explica Gustavo Silva, professor em São João do Meriti.

 


 

Brasil, 1968

Gilvan Rocha

 

Fatos explicam o silêncio que se impôs em torno de 1964, enquanto 1968 constituiu-se no foco, destacando-se os filmes. Assim, ao invés da necessária reflexão, o culto do martírio, enfoque não nos permite avançar no caminho da lucidez política.

 


 

Black blocs, lições do passado, desafios do futuro

Bruno Fiuza

 

Olhando para a história dos black blocs, me parece que os melhores momentos dessa tática foram quando ela serviu de instrumento para um movimento mais amplo. E esses momentos foram marcados por avaliações de que tipo de ações serviam mais aos fins buscados.

 


 

O locus da violência, mais uma vez

Pablo Ortellado

 

Enquanto a repressão da polícia a manifestantes pacíficos segue invisível para a maior parte da grande imprensa, a destruição de propriedade privada, sobretudo de bancos, ganha enorme visibilidade. A imprensa gasta páginas e mais páginas de jornal e dezenas de minutos de jornalismo televiso para discutir a "violência" contra vidraças, enquanto a verdadeira violência contra a vida de nossos trabalhadores ganha menções pontuais e breves.

 


 

Classes e luta de classes: o início

Wladimir Pomar

 

As manifestações de junho de 2013 tiveram o mérito de colocar em pânico os formuladores da teoria da nova classe média, ao mesmo tempo em que impuseram a necessidade de discutir a estrutura de classes da sociedade brasileira e os caminhos que a luta pode seguir.

 


 

SOCIAL

 

Mobilização pelo saneamento

Roberto Malvezzi (Gogó)

 

Uma luz se acendeu pelas bandas de Belém do Pará. O povo se mobilizou, fechou ruas, reivindicando o saneamento básico para seus bairros. É terrível, mas a cidadania brasileira, mesmo a partir de sindicatos e movimentos sociais, jamais teve o saneamento como bandeira de luta.

 


 

Movimento Todos Pela Educação, Organizações Globo, Cabral, Paes e Costin: ‘amansar’ os professores com cassetetes para avançar contra a escola pública

Roberto Leher

 

A rigor, é um plano que não valoriza a qualificação tão proclamada como indispensável, desconsidera a formação em vários domínios do conhecimento e, ao restringir o universo dos possíveis beneficiados, sobressai um dos objetivos não proclamados do novo plano: a redução do impacto orçamentário do plano.

 


 

INTERNACIONAL

 

Estados Unidos e Síria – da proximidade ao afastamento

Virgilio Arraes

 

Durante a Crise de Suez, momento em que tropas israelo-franco-britânicas invadiram o Egito, Damasco apoiou o Cairo, ao chegar até a bloquear o uso de oleoduto vindo do Iraque.

 


 

ECONOMIA

 

A crise e os arrivistas

Paulo Passarinho

 

Marina Silva ou Eduardo Campos não apresentam – ao contrário do antigo PT – nenhuma alternativa programática ao modelo defendido pelos bancos e multinacionais. Entretanto, o “senso de oportunidade” de ambos – frente ao inevitável desgaste do governo de plantão – os faz tentar se apresentarem como alternativa para um país em crise. Mas, ao invés de apostarem nas transformações estruturais que precisamos, o caminho escolhido é apenas o do oportunismo bem comportado e ajustado ao desejo dos verdadeiros donos atuais do poder, os bancos e as multinacionais. E, nesse sentido, torna-se apenas uma reprodução acanhada do arrivismo de Lula, em 2002.

 


 

As mudanças previsíveis da previdência social nesta década

Guilherme C. Delgado

 

A Comissão de Seguridade Social da Câmara Federal marcou Audiência Pública para o dia l7 de outubro, para debater o futuro próximo da Previdência Social. Diante deste quadro estrutural da política social, preocupa o rumo que tem sido dado às chamadas desonerações patronais no sistema previdenciário, sem quaisquer ligações com a evolução previsível do sistema no médio prazo. E, diga-se de passagem, o médio prazo é a virada desta década, quando previsivelmente maturam direitos previdenciários desses novos segurados.

 


 

Como matar o setor de petróleo

Paulo Metri

 

Na década de 1990, auge do período neoliberal, Betinho escreveu um capítulo do livro “Em defesa do interesse nacional”, cheio de ironia e bom humor, mas muito sério, intitulado “Como matar uma estatal”.

 


 

Acordo nuclear: muitas pedras no meio do caminho

Luiz Eça

 

Os congressistas pró-Israel, que por enquanto são maioria, farão tudo para sabotar a paz. Têm no time deles os 3 maiores lobbies dos EUA: as principais associações judaico-americanas, a indústria de armamentos e a indústria do petróleo.

 


 

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Última atualização em Segunda, 14 de Outubro de 2013
 

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