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Violência se combate com rosas? Não, com violência Imprimir E-mail
Escrito por Raphael Tsavkko   
Quarta, 02 de Outubro de 2013
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O Brasil nunca terá jeito enquanto o movimento social continuar apanhando sem reagir.

 

Sem radicalizar a resistência, não adianta ficar gritando, pra apanhar depois e ir lamber feridas, apanhando novamente em nova ocasião.

 

E movimentos sociais devem parar de chorar, de se fazer de coitados e ir à luta. Não às ruas pra apanhar, não ao parlamento pra implorar direitos que deveriam ser dados sem sequer precisar pedir – são direitos, oras –, mas ir pra porrada, com as armas que têm, com sua maioria, com sua capacidade de mobilização, de penetração em todas as áreas.

 

A tática Black Block ainda é incipiente, isolada, mais quebra-quebra que algo sistemático. Precisa sistematizar, organizar. É preciso que a PM sinta na pele a reação popular. Que sinta medo, que aprenda quem manda. A PM tem que apanhar.

 

Políticos como Paes, Cabral, a corja do PTMDB inteira tem de ter MEDO de sair de casa, tem de ser perseguidos nas ruas pelo movimento social. Sem trégua.

 

Violência se combate não com rosas e sangue (nosso), mas com igual violência popular e política.

 

Ao invés de quebrar lixeira, tem que quebrar carro da PM, aliás, quebrar os PMs.

 

PM jogou bomba? Molotov pra queimar os bandidos. Tem que ter reação violenta.

 

Político bandido do PTMDB saiu pra defender brutalidade da PM? Cerca o cara e faz ele sentir na pele o que a PM faz com o povo. Vê se ele aprende.

 

PM sorrindo ao espancar o povo? Que no dia seguinte ele perca os dentes numa emboscada. O poder tem que ter MEDO do povo. Pois, no fim, o poder pertence (tem que pertencer) ao povo.

 

Estou incitando a violência? Sim. Estou. Violência política contra quem usa do Estado para nos violentar.

 

O mundo pode estar sensibilizado com os vídeos dos nossos companheiros sangrando, espancados, presos, feridos... Mas os "nossos" políticos não se sensibilizam. Mandam a PM fazer o trabalho para o qual foi treinada: reprimir o povo.

 

Pois temos de reagir. Temos de enfrentar violência com violência. Se o "povo unido é povo forte", então o povo unido e forte tem que ir à luta, em todos os sentidos desta palavra.

 

A chave é o medo. É preciso fazer com que os políticos temam o povo. Temam sequer sair às ruas. Gente como Paes, Cabral, Dilma, não pode ter a liberdade de andar sorridente pelas ruas ao lado de suas vítimas, de vítimas de suas políticas repressivas. O povo, nas ruas, tem de perseguir estes elementos, tem que fazê-los sentir o que é ter o medo diário que todos nós temos de caminhar nas ruas, podendo ser vítimas da brutalidade do Estado.

 

Óbvio que não falo em ir para o campo aberto, não temos armas como a PM, não temos a organização nem a capacidade deles. Mas temos nossos métodos, temos a possibilidade de adotar táticas de guerrilha urbana, de cercar, de ir atrás, de fazê-los temer chegar ao campo aberto, pois sabemos onde moram, onde vão e o que fazem.

 

Sem uma resposta violenta seremos sempre violentados.

 

Subestimo a PM? Talvez. De fato, nós não temos capacidade para combatê-la em campo aberto, mas PMs têm vizinhos. Vizinhos estes que muitas vezes são também suas vítimas. PMs têm de andar pela rua, seja trabalhando ou na folga. Nada pode os proteger todo o tempo.

 

A partir do momento em que estes PMs violentam seus vizinhos, nada garante que possam se proteger da reação que vem de todos os lados e, no fim, do lado de casa. E o mesmo vale para os políticos.

 

A PM e os políticos devem nos temer, e não o contrário.

 

PS: Não, não estou falando em ‘matar’ policiais ou políticos. E, sim, este recado foi para a corja governista que hoje ama a PM e a usa para espancar o povo.

 

Raphael Tsavkko Garcia, jornalista e blogueiro, formado em Relações Internacionais (PUC-SP), é mestre em Comunicação (Cásper Líbero) e doutorando em Direitos Humanos (Universidad de Deusto).

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