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Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

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Áudios - Arquivo

Edição 873 - 19/08/2013 a 25/08/2013
Arquivos do Correio
Terça, 27 de Agosto de 2013
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Governo precisa enfrentar operadoras de telecomunicações para garantir marco civil da internet

Valéria Nader e Gabriel Brito, da Redação

 

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Em entrevista ao Correio da Cidadania, o jornalista Pedro Ekman, do Coletivo Intervozes, que há anos estuda e debate com a sociedade questões relativas às políticas na área de comunicação, analisa o projeto de lei, defendendo-o em seus pontos fundamentais, como a neutralidade da rede, a privacidade e a liberdade de expressão. No entanto, ao interesse social se opõem os das grandes operadoras de telecomunicações, cujo lobby é a única explicação para a timidez do governo em avançar de vez no projeto. “O Marco Civil estabelece a questão dos direitos, porque, se não forem colocados em texto de lei, ficam à deriva dos interesses econômicos das grandes corporações”.

 

 


 

Enfraquecida, Dilma fica ainda mais refém do capital

Gabriel Brito e Valéria Nader, da Redação

 

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Nesta segunda parte da entrevista com o sociólogo do trabalho Ricardo Antunes, a análise se centra mais nas movimentações partidárias que se seguiram às manifestações populares espalhadas pelo país. No centro do debate, o PT e o governo, que se encontra instável e com popularidade ameaçadíssima pela queda da aprovação popular. Antunes assinala que os levantes ainda não proporcionaram novas lideranças populares, o que permite ao partido de Lula recuperar o terreno perdido, até pelo fato de tais revoltas terem deslegitimado todos os partidos do poder, incluídos os da oposição. “É evidente que entramos numa era de incertezas. Mas a incerteza pode se prolongar”.

 


 

EDITORIAL

 

Novo imperialismo e estado de exceção global

 

Na semana passada, o Secretário de Estado norte americano John Kerry esteve, por um dia, no Brasil, aparentemente para dar explicações sobre a espionagem.  Diz-se aparentemente, porque, na realidade, não deu nenhuma explicação. O Ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, a quem competia exigir, com firmeza, uma explicação, manteve-se calado e numa atitude subserviente. A presidente Dilma também não disse nada. Preocupa-se mais em ser bem recebida por Obama em viagem próxima.

 


 

POLÍTICA

 

‘Numa sociedade desigual, não basta a filantropia; é preciso fazer a opção pelos pobres’

Gabriel Brito e Leandro Iamin, da Redação

 

O Correio entrevistou, em mais um trabalho de parceria com a webrádio Central3 o frei Gilvander Luís Moreira, conhecido por seu ativismo político e social em Minas Gerais, marcado por apoio a ocupações e também na denúncia dos alimentos transgênicos, o que inclusive lhe rendeu perseguições. “É preciso engajar-se nas lutas por justiça, e numa sociedade desigual como a nossa é preciso fazer a opção pelos pobres, como o papa pediu. Isso implica apoiar, na prática, a reforma agrária, as ocupações urbanas e rurais. Implica frear essa idolatria do mercado”.

 


 

Falso binômio

Gilvan Rocha

 

Fica evidente que o falso binômio PT versus PSDB, e seus respectivos aliados, não passa de uma manobra para esconder o caráter conservador e enganoso dessa disputa.

 


 

Brasil e Nero

Frei Betto

 

Se tudo ia bem, por que tantos protestos? O governo subestimou o senso crítico do povo. Em países desenvolvidos, como Inglaterra, Holanda e Suécia, primeiro o governo assegurou à população bens coletivos, como transporte, educação e saúde. A “linha pública” precedeu a linha branca.

 


 

A quem interessa a baderna?

Wladimir Pomar

 

Cá entre nós, é estranho que, a essa altura dos acontecimentos, com todo o aparato de “inteligência” existente nas polícias, estas ainda não tenham mapeado quem são os poucos membros dos pequenos grupos que quebram e destroem bens públicos e privados.

 


 

SOCIAL

 

Contra o sufoco e pela Tarifa Zero, o MPL voltou às ruas

Raphael Sanz, da Redação

 

Ainda se pediam explicações sobre o caso do “propinoduto” do metrô. A aliança entre o MPL e o sindicato dos metroviários também é emblemática, pois mostra o caráter social e político do próprio MPL e de que lado do espectro político ele se encontra.

 


 

INTERNACIONAL

 

Primavera?

Murilo Gaspardo

 

O excessivo entusiasmo com a “democracia de rua”, sem a devida preocupação com o fortalecimento de uma cultura democrática e a construção de instituições capazes de mediar os conflitos, a partir de um profundo conhecimento da realidade na qual se inserem, e não da simples transposição de institutos forjados em contextos absolutamente diversos, está fazendo com que a primavera, precocemente, transforme-se em um tenebroso inverno.

 


 

Manning: quando denunciar é mais grave do que cometer crimes

Luiz Eça

 

No escândalo de Abu Ghraib, que chocou o mundo, o coronel Thomas Papas, supervisor do brutal tratamento de centenas de detentos, foi processado, sim. No entanto, pegou apenas uma multa de 8 mil dólares... Enquanto isso, Bradley Manning, que foi submetido a uma prisão abusiva, passando inclusive muitos meses em prisão solitária, recebeu uma pena duríssima.

 


 

Equador: o fim da moratória petroleira na Amazônia

Eduardo Gudynas

 

A medida equatoriana incentivará ainda as pressões sobre as áreas protegidas que existem, por exemplo, no Peru e Bolívia. Também mostra que o país não cumpre as promessas de diversificação produtiva e volta à posição de provedor de matérias primas.

 


 

Argentina: turbulências e mentiras

León Pomer, de Buenos Aires, para o Correio da Cidadania

 

O governo de Cristina Kirchner continua operando com o máximo vigor suas políticas de estímulo ao mercado interno, que tem sua contraparte no maior poder aquisitivo da população.

 


 

Massacre no Egito: o retorno da hegemonia saudita

Ramez Philippe Maalouf

 

Desta forma, ficou acertado que a ditadura de Mubarak, derrubada em 2011, continua agora sem a física presença do velho general. E que a hegemonia saudita sobre o eixo pró-Ocidente continua prevalecendo no mundo árabe.

 


 

ECONOMIA

 

A crise brasileira e o momento atual

Paulo Passarinho

 

O rei está nu. O que nos falta, contudo, é criar o consenso político necessário à consecução de um modelo econômico alternativo, revendo o conjunto de medidas – inclusive de natureza constitucional – que foi adotado pelos diferentes governos que, desde Collor de Mello, nos jogaram na aventura das privatizações, da desnacionalização econômica e da subordinação do país aos bancos e multinacionais. As ruas agradeceriam.

 


 

Desgraça forte ameaça Petrobras

Emanuel Cancella

 

Dilma vem praticando o maior estelionato eleitoral da história. Durante a disputa presidencial assumiu o discurso contra as privatizações e, com isso, conseguiu superar José Serra. Depois de eleita, patrocina a privatização do petróleo.

 


 

Desgoverno mundial totalitário

Adriano Benayon

 

O Brasil, transformado em zona passiva da exploração e da opressão imperiais, tem o “privilégio” de votar na urna eletrônica menos confiável do Mundo, e agora seus eleitores vão ser submetidos pela “Justiça” ao cadastramento biométrico, ficando, assim, expostos a mais abusos.

 


 

Libra: o povo não sabe de nada

Paulo Metri

 

O desvio de Libra, se o governo teimar em leiloá-lo para as empresas estrangeiras, será maior que o roubo da privatização da Vale, que chegou a US$ 100 bilhões, ou o das teles, que dizem ter sido em torno de US$ 40 bilhões.

 


 

MEIO AMBIENTE

 

Hidrelétrica São Manoel: Cronologia de mais um desastre – Parte II

Telma Monteiro

 

Nesta segunda parte do imbróglio do processo de licenciamento da UHE São Manoel, ficam patentes as artimanhas, o cinismo e o desespero da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para viabilizar o projeto em tempo para o leilão de energia de dezembro de 2011.

 


 

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Última atualização em Quarta, 28 de Agosto de 2013
 

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