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Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

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Áudios - Arquivo

Edição 866 - 01/07/2013 a 07/07/2013
Arquivos do Correio
Qui, 11 de Julho de 2013
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‘Precisamos rediscutir o modelo de sociedade, antes de determinar a forma de eleição de políticos’

 

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Para analisar o mês que abalou as estruturas do país, e também sobre a propalada reforma política, agora entusiasticamente oferecida por Dilma, o Correio da Cidadania entrevistou o jurista Jorge Luiz Souto Maior. Além de mencionar que os acenos dados até agora pelo governo são muito genéricos, faz uma importante advertência quanto ao tema para o qual mais se voltou até o momento, a reforma política. “Precisamos discutir que modelo de sociedade nós queremos, pra determinar a medida da atuação dos políticos e do governo. Penso que a questão, já posta na mesa, sobre a participação mais ativa do Estado nos temas que dizem respeito aos direitos sociais e à economia é mais importante.

 

 


 

A presidente está nua

Mário Maestri

 

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A população exige passagem livre e hospitais, farmácias, escolas, universidades, postos de saúde públicos de qualidade. A presidenta oferece a discussão das coligações; listas eleitorais; voto distrital puro ou misto etc. Pega-bobo lançado à população enfarada com a representação parlamentar burguesa, que sonha, ingenuamente, como meio de reforma social, a redução radical do número, salários e privilégios de parlamentares. A reforma política não é pauta popular. É enorme o consenso que, mutatis mutandis, tudo permanecerá, no essencial, como “dantes, em nosso triste quartel de Abrantes”! Sequer o financiamento público das campanhas conta com largo apoio.

 

 


 

‘Temos agora uma cultura para discutir política nesse país’

Raphael Sanz, Gabriel Brito e Valéria Nader da Redação

 

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As multidões que tomaram as ruas e enfrentaram uma das mais violentas polícias do mundo, além de um dos mais corruptos sistemas políticos, não bradavam simplesmente contra um aumento de centavos na passagem de ônibus e metrô (as mais caras da América Latina). Em meio a esse movimento, que já tem dez anos de existência, algumas mentes jovens e perseverantes ganharam destaque na imprensa nas últimas semanas. Uma delas, a da estudante de geografia da USP, Mayara Vivian, de 23 anos, que esteve em reunião com a presidente Dilma Rousseff recentemente. Mayara também esteve nas jornadas de luta do Movimento pelo Passe Livre (MPL) desde a sua gênese paulistana, em 2005.

 

 


 

EDITORIAL

 

Vitórias do povo em junho

 

As lideranças das organizações que lideram as mobilizações precisam abrir imediatamente o debate sobre a temática mais geral dos protestos, a fim de não perder o rumo e a força em uma variedade muito grande de exigências que atendem a interesses legítimos, porém, de grupos menores e isolados.

 


 

BRASIL NAS RUAS

 

Pitacos sobre a posição da esquerda diante das lutas

Rede Extremo Sul

 

O MPL só conseguiu fazer uma boa análise de conjuntura e sair do roteiro, porque seus membros não são burocratas, não estão garantindo cargos no governo, ou brigando por estrutura. O Movimento não reproduziu a lógica que domina boa parte da esquerda como um câncer.


 

Brasil: crises, combates e perspectivas

Osvaldo Coggiola

 

A mobilização das ruas é cada vez mais generalizada; a greve geral nacional do dia 11 de julho, convocada por todas as centrais sindicais, é uma tentativa clara de recuperar as ruas para as agendas populares do governo, que se encarregariam logo de desmobilizar a rebelião. Um boicote ao plebiscito poderia reacender o movimento e provocar a queda do governo e as eleições antecipadas.

 


 

O sigilo do voto do parlamentar

Plinio Arruda Sampaio

 

O sigilo do voto visa proteger, não os deputados, mas os eleitores destes. Só uma exceção deveria caber à regra do sigilo: na votação de proposta de cassação de mandato.

 


 

Vândalos... Quem são?

Daniel Chutorianscy

 

Vândalos... Seriam os “vândalos” a mídia amestrada do patriciado, que faz e executa um terrorismo armado até os dentes para estupidificar, idiotizar, emburrecer?

 


 

A Batalha da Tijuca

Raphael Sanz, da Redação

 

O que houve no Rio neste fim de tarde é mais do que emblemático e demonstra o caráter de exclusão da Copa do Mundo que será realizada no Brasil no ano que vem. Até os jogadores espanhóis estranharam o Maracanã.

 


 

Para onde?

Adriano Benayon

 

Está na hora de o povo ser informado do que precisa saber para exigir instituições que revertam a lastimável situação do país. A mídia condenará e recrudescerá a repressão policial. Mas o povo terá de enfrentar.

 


 

Não podemos nos deixar levar pelas questões marginais

Arnaldo Mourthé

 

A mobilização do governo não se fez contra as causas que produzem o caos, mas apenas para desmobilizar com medidas tacanhas que não fizeram parte das reivindicações, priorizando uma reforma política que ninguém sabe para que.

 


 

Em Minas, a juventude e os movimentos sociais superam o medo

Lucas de Mendonça Morais

 

Temendo a desorganização após a sistemática repressão policial, parte dos manifestantes criou a Assembleia Popular Horizontal, onde o movimento (se) discute e delibera ações. Pauta difusa, mas luta unitária.

 


 

Duas estratégias: unir a esquerda para avançar as mobilizações ou para proteger o governo Dilma?

Valério Arcary

 

Os moderados de esquerda argumentavam exatamente como agora: não é possível ultrapassar Ulysses e o PMDB pela esquerda. A luta provou que eles estavam errados.

 


 

POLÍTICA

 

Índex

Gilvan Rocha

 

Dentro desse contexto, o demônio é representado, com justiça, pela aliança PSDB/DEM/PPS. A corrente do “bem” é representada, essencialmente, pelo PT e PCdoB, em conluio com o que existe de mais pútrido na política brasileira.

 


 

Recado das ruas

Frei Betto

 

O recado das ruas é simples: nossos governos se descolaram da base social. Para usar uma categoria marxista, a sociedade política se divorciou da sociedade civil.

 


 

Sobre Corrupção e Reforma Política

Murilo Gaspardo

 

As causas do fenômeno da corrupção encontram-se, primeiramente, na própria natureza humana, na qual convivem vícios (como o egoísmo) e virtudes. Em segundo lugar, é preciso lembrar que o Brasil é marcado, desde os primórdios, pela apropriação do Estado por interesses privados. Ou seja, a qualidade dos serviços públicos e a existência e cumprimento de regras claras para sua prestação contribuem com a substituição da cultura do favor pela prática da cidadania e, portanto, com o combate à corrupção.

 


 

O governo petista como operador político da burguesia no Brasil

Milton Pinheiro

 

Diante da incompatibilidade de efetivação do projeto democrático-popular, o governo da coalizão burgo-petista fechou as portas para a participação contra-hegemônica: desarticulando as lutas sociais, cooptando e apassivando e os lutadores sociais.

 


 

O aprendiz de feiticeiro

Wladimir Pomar

 

Se a direita supunha que poderia imitar impunemente o aprendiz do feiticeiro, por tê-lo a seu lado, errou redondamente. E, a médio e longo prazo, só conseguirá algum sucesso se a esquerda, como um todo, for incapaz de tirar todas as lições que as manifestações lhes impuseram.

 


 

INTERNACIONAL

 

Europa e a prostituta da Babilônia

Atilio Boron

 

A lição que se toma deste escandaloso incidente é que não tem sentido algum avançar em um Tratado de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia, tendo em conta a cumplicidade dos governos do Velho Continente na hora de se quebrarem as normas mais elementares do direito internacional. Ou vamos acreditar que se violam, sem rodeios, as regras fundamentais diante o mínimo sinal de Washington, vão respeitar as outras, muito menos importantes, que regulam o comércio internacional?

 


 

O Irã mudou, Obama também pode

Luiz Eça

 

O regime islâmico não deve perder suas características religiosas e autoritárias; Khamenei continuará com a última palavra em muitos assuntos, especialmente na área da política exterior. Mas não é crível que ele impedirá Rouhani de cumprir suas promessas de moderação nas negociações nucleares.

 


 

Extrativismo e violação de direitos dos povos indígenas na América do Sul

Eduardo Gudynas

 

A “extrahección” (em português, algo como uma junção das palavras extração e coerção) tornou-se uma condição indispensável para muitos dos atuais empreendimentos extrativistas, uma vez que, por sua intensidade ou tamanho, só se tornam possíveis violando direitos humanos ou normas ambientais.

 


 

MEIO AMBIENTE

 

Criação da Agência Nacional de Segurança Nuclear

Heitor Scalambrini Costa e Zoraide Cardoso Vilasboas

 

A Articulação Antinuclear Brasileira, integrada por entidades, indivíduos, movimentos socioambientais e pesquisadores, foi criada em 3 de maio de 2010. No manifesto declaramos nossa firme oposição à retomada do Programa Nuclear Brasileiro.

 


 

VÍDEO

Protestos em BH - 22 de junho de 2013

 


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Última atualização em Qui, 11 de Julho de 2013
 

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