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Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

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Áudios - Arquivo

Edição 865 - 25/06/2013 a 30/06/2013
Arquivos do Correio
Qui, 04 de Julho de 2013
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'Cantos da Sereia' se insinuam para responder ao clamor popular

Valéria Nader, da Redação

 

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É em torno à chamada corrupção que estão agora se unindo todos os poderes constituídos, associados à mídia dominante. É ela que, transformada em crime hediondo, ao lado da perseguição dos políticos corruptos, está se insinuando como o tom predominante das ações que serão tomadas para  dar uma satisfação ao clamor popular. O que se começa a perceber, no entanto, é a perseguição da batida trilha rumo à personificação do mal, um cenário de falsa e oportunista sustentação institucional, mediante a falta evidente de vontade política para ações de amplitude, que incidiriam em privilégios secularmente instalados.

 



‘MPL se coloca dentro do campo da esquerda no processo político’

Gabriel Brito e Paulo Silva Junior, da Redação

 

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O Correio da Cidadania, em parceria com a webrádio Central 3, entrevistou Daniel Guimarães, integrante do movimento, com vistas também a debater um posicionamento político mais profundo. Para Daniel, “o que acontece é reflexo do processo conduzido pelo governo federal e a FIFA, à revelia dos interesses populares, atacando interesses da população, retirando o direito de livre manifestação das pessoas, chegando a remoções forçadas. Agora, a conta começa a chegar”. Sobre os transportes, após a primeira vitória com a revogação do aumento, avisa que seguirão pautando o tema, inclusive com projeto de lei de iniciativa popular em nome da tarifa zero.

 


 

Rede Globo, o povo não é bobo

Plínio de Arruda Sampaio Jr.

 

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Por representar o que há de mais comprometido com tudo o que há de pior do capitalismo selvagem, a perspectiva da Rede Globo é emblemática de como a plutocracia brasileira enxerga as mobilizações populares que abalam a “paz social” e ameaçam seus privilégios seculares. Enaltecem, exaltam e estetizam as bandeiras da paz (social) e da ordem e progresso (do nacionalismo chauvinista). Atuam de maneira orquestrada para saturar a opinião pública com imagens de destruição patrimonial. Na falência das políticas convencionais, apelam para o moralismo e buscam desesperadamente resolver a quadratura do círculo, encontrando uma saída dentro da ordem.

 


 

EDITORIAL

 

Dilma, o povo não está para brincadeiras

 

Os problemas do povo não serão resolvidos com factóides, protelações, evasivas, promessas vãs, espertezas e transferência de responsabilidades. O povo exige soluções concretas. Para tanto, o importante é quebrar a rotina e sair do círculo vicioso que deixa os problemas da população sempre em último lugar.

 


 

BRASIL NAS RUAS

 

Manifestações e a torre de marfim

Frei Betto

 

O que há de óbvio é que nossas autoridades castraram todas as vias de interlocução com os movimentos sociais, quando muito tolerados, jamais valorizados. Cadê os conselhos políticos com presença de lideranças populares?

 


 

Brasil: um novo ciclo de lutas populares?

Atilio A. Boron

 

Brasília deveria tomar nota da lição, que anuncia aumento dos níveis de ingovernabilidade se persistir em sua aliança com a direita, os monopólios, o agronegócio, o capital financeiro e os especuladores.

 


 

A plebe e a nobreza

Frei Betto

 

Sobretudo, dê a casa real ouvidos à voz dos jovens reinóis que ainda não sabem como transformar sua indignação e revolta em propostas e projetos de uma verdadeira democracia.

 


 

Após caminhada, manifestação termina com violência no Centro de Porto Alegre

Equipe Jornal Sul 21

 

O protesto desta segunda-feira (24) em Porto Alegre seguiu por caminhos distintos dos que até então vinham sendo percorridos e, diferentemente do ato de quinta-feira (20), contou com uma condução clara e orientada.

 


 

A revolução não será transmitida por facebook

Osvaldo Coggiola

 

Os milhões que estão nas ruas não foram convencidos via facebook: foram convencidos pelo transporte público, pelas filas dos hospitais públicos, pelas escolas públicas sem professores e, finalmente, pelas balas de borracha.

 


 

Máximo do fracasso

Paulo Metri


Chega a ser engraçado, se não fosse triste, ver um canal de TV procurando criar uma liderança para as manifestações, que não denunciasse nenhuma mazela do capital.

 


 

A luta é por direitos, não por migalhas!

Frei Gilvander Luis Moreira

 

Quanto mais bombas a polícia joga mais o povo quebra o que puder quebrar. Autênticas aulas de cidadania estão sendo dadas nas ruas.

 


 

A história se repete

Juliano Medeiros


Teses como a do “gigante adormecido” são utilizadas para desviar o foco dos reais motivos da onda de protestos: os limites do atual modelo econômico e político, que há muito tempo não responde aos anseios populares.

 


 

São Paulo e Istambul

Gilvan Rocha

 

São palcos tanto das insatisfações populares quanto das manifestações agressivas de uma repressão que tem como objetivo a defesa do sistema, ou seja, do capitalismo.

 


 

Nunca foi só por centavos! Nunca foi só por uma bandeira!

Valerio Arcary

 

Muitos concordam conosco que é um direito, o direito elementar à liberdade de expressão, mas discordam que é um dever. Queremos explicar por que é um dever.

 


 

A multidão nas ruas: construir a saída de esquerda para a crise política, antes que a reação imprima sua direção

Marcelo Badaró Mattos


Governantes, mídia corporativa e políticos de direita começaram a elogiar as mobilizações como exemplo de cidadania, mas introduziram dois novos elementos no discurso que difundiram.

 


 

Dez lições das ruas (só para começar)

Roberto Malvezzi (Gogó)


A mídia convencional está mais perplexa que as autoridades públicas. O circo das copas e das Olimpíadas acabou. Novas cobranças virão. A mídia também está sob o olhar das ruas.

 


 

A quem interessa o crime?

Wladimir Pomar

 

A história está cheia de exemplos de manifestações populares espontâneas, tendo como motivação insatisfações reprimidas, que se tornaram incontroláveis por alguma gota d’água aparentemente insignificante.

 


 

O consenso e as armadilhas nas manifestações

Débora Prado

 

Se somos contra a corrupção, vamos buscar forma de enfrentá-la. Se é preciso mais saúde e educação, vamos pensar em como melhorar o SUS e as escolas, ouvir quem atua nesta área todos os dias e quem é usuário desses sistemas.

 


 

Primeiras hipóteses sobre as manifestações

Paulo Lima

 

É a revolução democrática e popular que redesperta do seu sono. Ameaça, desta vez, não ficar em seu “estopim”. Tem expressado todo o rol de questões democráticas populares: corrupção, serviços públicos, política (pequeno-)burguesa.

 


 

Vencendo o terrorismo do medo: a hora da política

Jorge Luiz Souto Maior

 

Os teóricos governistas, da direita e a grande mídia disseram a mesma coisa, querendo dominar o movimento numa perspectiva conservadora, destacando, unicamente, alguns pequenos problemas, numa perspectiva pontual.

 


 

Belo Monte e os protestos

Rodolfo Salm

 

Se o movimento tiver tempo para amadurecer, os manifestantes perceberão que a luta pelo transporte, pela saúde e a educação envolve necessariamente a preservação do meio ambiente e uma política energética justa.

 


 

Uma rebelião popular progressiva e a democracia das ruas

Fernando Silva

 

Isto é uma ascensão de lutas, que está mudando a relação de forças e questionando tudo, inclusive a institucionalidade, tal como instalada. Por suas características massivas, já superam o Fora Collor.

 


 

Sobre o velho e o novo

Darlan Montenegro

 

O futuro do tal “gigante que acordou” (imagem ruim e extremamente auto-centrada) ainda é incerto. Mas, a depender dos seus desdobramentos, pode forçar Dilma a rever alguns dos seus conceitos. Para melhor.

 


 

POLÍTICA

 

Esquerda no poder

Gilvan Rocha

 

Se, porventura, houve no PT um sentimento anticapitalista, com o andar da carruagem prevaleceu a adesão desse partido à condição de força de sustentação da ordem socioeconômica vigente.

 


 

Uma revolta republicana

Carlos Eduardo Vidigal

 

Ao se avizinhar uma nova eleição presidencial, a ausência de alternativas satisfatórias coloca em xeque a capacidade dos governantes de olharem um pouco além dos seus interesses paroquiais e clientelistas. Democrático na forma, o país ainda não conheceu a República.

 


 

Democracia Direta Já!

Julio Cesar de Castro

 

É a gota d’água de tolerância ao modelo petucano e ao lulo-malufismo. A repulsa ante o superfaturamento de obras dos estádios de futebol. Brasil, abaixo essa camarilha!

 


 

SOCIAL

 

Ainda sobre os recursos do pré-sal para a educação

Otaviano Helene

 

Os recursos gerados que iriam adicionalmente para a educação corresponderiam a menos do que 0,01% do PIB nos primeiros anos e ficariam abaixo de 1% do PIB ao final de uma década se o PIB crescer apenas 2,5% ao ano; caso o PIB cresça em taxas mais altas, o que muitos gostariam, o percentual do PIB adicionalmente destinado à educação seria ainda menor.

 


 

CULTURA

 

Em memória de Affonso Arinos

José Benedito Pires Trindade

 

O velho conservador, o udenista empedrado por suas concepções e interesses de classe, revelava-se mais lúcido que a esquerda de então, clandestina e “legal” (setores do PMDB, PDT e PT em formação, preocupada mais em conter as massas, para que não houvesse um retrocesso na abertura lenta e gradual. O velho conservador entendia a essencialidade do(s) partido(s) no processo de transformação. Pois é.

 


 

VÍDEO

 

100 mil no Rio: cenas de uma revolta popular

 


 

 

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Última atualização em Qui, 04 de Julho de 2013
 

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