topleft
topright
ISSN 1983-697X

Boletim Diário

Email:
Para assinar o boletim de
notícias preencha o
formulário abaixo:
Nome:

Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

Arquivo - Artigos

Áudios

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições  

Leia mais...
Image

Plinio de Arruda

MEMÓRIA

Confira os textos em homenagem a Plinio


Leia Mais

Plinio em Imagens



Confira a vida de Plínio


Charge


Imagem




Artigos por data

 Aug   September 2016   Oct
SMTWTFS
   1  2  3
  4  5  6  7  8  910
11121314151617
18192021222324
252627282930 
Julianna Walker Willis Technology

Links RSS

Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania

Áudios - Arquivo

AumentarDiminuirVoltar ao original
Bravos combatentes Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Qui, 13 de Junho de 2013
Recomendar

 

 

Tomando-se conhecimento da história do movimento socialista no Brasil, vamos encontrar a participação de figuras dotadas de extrema determinação. A começar pelos anarquistas que se fizeram presentes no início da organização política dos trabalhadores, fundando sindicatos e jornais operários. Além de organizar e dirigir vários movimentos grevistas, esses anarquistas, vindos, em maior parte, como imigrantes europeus, deram fartos exemplos de abnegação e, sobretudo, de consciência anticapitalista.

 

Em decorrência da Revolução Russa, em 1917, surgiu aqui uma nova literatura socialista, então chamada de marxismo. Parte dos militantes anarquistas procurou conhecer as obras de Marx, Engels, Lênin, Rosa Luxemburgo, Trotsky, tidos naquela ocasião como expoentes desse novo pensar político.

 

Alguns desses anarquistas aderiram ao marxismo e fundaram uma revista chamada “Movimento Comunista” e, posteriormente, isto é, em 1922, fundaram o Partido Comunista do Brasil, cujo perfil era o anticapitalismo. O caráter marxista desse partido era bastante precário e, mal haviam se afastado do anarquismo, e já, em 1928, foi imposta por Moscou uma política que se distanciava do anticapitalismo, tanto na teoria quanto nos métodos, assumindo uma postura nacional reformista.

 

O recém-nascido PC do Brasil afastava-se do socialismo para empunhar uma “nova teoria” da revolução brasileira, calcada no binômio: país dependente e dotado de restos feudais. A partir dessa premissa, a revolução no Brasil dar-se-ia através de duas etapas: a etapa democrática burguesa, que promoveria a libertação nacional e levaria a cabo um elenco de reformas, destacando-se a reforma agrária, como medida para expurgar os presumidos “restos feudais”. Consumada a primeira etapa, poder-se-ia passar para a revolução socialista.

 

Tratava-se de uma formulação desprovida de fundamentos, entretanto, muitas pessoas aderiram de corpo e alma a esse pensamento político e se dispuseram a oferecer o melhor de suas vidas para a consecução desses objetivos. O PCdoB converteu-se em um partido nacional-reformista e, apesar do equívoco, conseguiu atrair bravos e devotados militantes.

 

Assim foi que figuras, dentre outras, como Mário Alves, Joaquim Ferreira, Davi Capistrano, Apolônio Carvalho e o bravo dos bravos Carlos Marighela se imolaram em nome do mais profundo, porém imperceptível para eles, equívoco. Foram soldados convictos a serviço dos interesses de Moscou que não eram, desde muito, os interesses da revolução socialista.

 

Gilvan Rocha é presidente do Centro de Atividades e Estudos Políticos – CAEP.

Recomendar
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




Para ajudar o Correio da Cidadania e a construção da mídia independente, você pode contribuir clicando abaixo.


Vídeos

A Ordem na Mídia

Eugênio Bucci: “precisamos de um marco regulatório democrático na comunicação”


Há uma falência nos modelos de negócios refletida nas relações trabalhistas, na concentração de propriedade, formação de monopólios e oligopólios e no aparelhamento por parte de igrejas e partidos. Entrevistamos Eugênio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP, que afirmou a necessidade de um marco regulatório democrático para fortalecer a democracia no Brasil.
Leia mais...


Brasil_de_fato
Adital
Image
Image
Banner_observatorio
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image

Diario Liberdade

Espaço Cult

Image
Image
Revista Forum
Joomla Templates by JoomlaShack Joomla Templates