topleft
topright
ISSN 1983-697X

Boletim Diário

Email:
Para assinar o boletim de
notícias preencha o
formulário abaixo:
Nome:

Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

Arquivo - Artigos

Áudios

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições  

Leia mais...
Image

Plinio de Arruda

MEMÓRIA

Confira os textos em homenagem a Plinio


Leia Mais

Plinio em Imagens



Confira a vida de Plínio


Charge


Imagem




Artigos por data

 Aug   September 2016   Oct
SMTWTFS
   1  2  3
  4  5  6  7  8  910
11121314151617
18192021222324
252627282930 
Julianna Walker Willis Technology

Links RSS

Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania

Áudios - Arquivo

AumentarDiminuirVoltar ao original
“Partidos de mentirinha” Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Sexta, 24 de Maio de 2013
Recomendar

 

O ministro do STF, Joaquim Barbosa, proferiu afirmações que causaram polêmicas. Ele disse que no Brasil os partidos são de mentirinha. Um exagero! Para início, definamos a natureza dos partidos. Existem ideológicos e outros fisiológicos. E o que significa isso? Significa que alguns defendem posições em torno de idéias. Esses, ideológicos, podem ser nazistas, reformistas, conservadores, revolucionários... O fundamental é o seu conteúdo programático e o seu compromisso com esse conteúdo.

 

Ao contrário de partidos ideológicos, temos aqueles de natureza fisiológica. Essas agremiações têm como propósito locupletarem-se. Vemos que, no cenário político brasileiro, predomina o fisiologismo. Para ilustrar os nossos argumentos, recorramos ao caso do velho MDB. Dirigido por figuras como Ulisses Guimarães e Tancredo Neves, o MDB propunha a volta do “Estado de Direito” e a defesa dos interesses maiores do capitalismo.

 

Após a abertura democrática, houve a Assembléia Nacional Constituinte e foi proclamada uma Constituição “Cidadã”. O MDB, agora PMDB, começou a resvalar para o fisiologismo do senhor Orestes Quércia, e um grupo de pessoas tratou de se desvincular desse partido para organizar um novo, com conteúdo e compromisso ideológico. Assim nasceu o PSDB, comprometido com uma política de perfil socialdemocrático, apesar de enveredar por caminhos próprios do neoliberalismo.

 

O PC do B, embora empunhando políticas equivocadas, social-patriotas, foi sempre um partido ideológico. Hoje, porém, o que se vê é o fato de essa agremiação colocar-se, cada vez mais, como fisiológica, tirando vantagens junto ao aparelho de Estado da burguesia. O Partido dos Trabalhadores, por via do seu “Estado Maior”, embrenhou-se no puro fisiologismo, envolvendo-se em vários e sucessivos episódios de corrupção, destacando-se, entre eles, o mensalão.

 

Não obstante predominar o fisiologismo, é inegável o fato de que alguns partidos têm nítidas feições ideológicas, como são os casos do Partido Comunista Brasileiro (PCB), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), o Partido da Causa Operaria (PCO). Esses partidos são ilhas de ideologia, enquanto prospera a existência de outros nitidamente amorfos e claramente oportunistas, como é o caso do Partido Social Democrata, o PSD, liderado pelo senhor Gilberto Kassab. A REDE de Sustentabilidade, da senhora Marina Silva, não esconde o seu caráter gelatinoso, pois diz que não é de esquerda, de direita, nem de centro, o que não passa de uma situação estapafúrdia, na melhor das hipóteses.

 

Gilvan Rocha é presidente do Centro de Atividades e Estudos Políticos – CAEP

Recomendar
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




Para ajudar o Correio da Cidadania e a construção da mídia independente, você pode contribuir clicando abaixo.


Vídeos

A Ordem na Mídia

Eugênio Bucci: “precisamos de um marco regulatório democrático na comunicação”


Há uma falência nos modelos de negócios refletida nas relações trabalhistas, na concentração de propriedade, formação de monopólios e oligopólios e no aparelhamento por parte de igrejas e partidos. Entrevistamos Eugênio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP, que afirmou a necessidade de um marco regulatório democrático para fortalecer a democracia no Brasil.
Leia mais...


Brasil_de_fato
Adital
Image
Image
Banner_observatorio
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image

Diario Liberdade

Espaço Cult

Image
Image
Revista Forum
Joomla Templates by JoomlaShack Joomla Templates