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Comunismo Troncho Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Sexta, 19 de Abril de 2013
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A palavra troncho quer dizer torto, fora do prumo, desajeitado. Recentemente, tivemos a oportunidade de assistir a um programa de debate entre o dirigente “comunista” do PCdoB, Aldo Rebelo, e diversos jornalistas, no programa Roda Viva. Não vimos, em nenhum momento, esse senhor referir-se às classes e camadas sociais que compõem esse país chamado Brasil.

 

Fica claro que, para tal dirigente, “comunista”, existe apenas uma categoria política: país. Dessa forma, abstrai, vergonhosamente, o fato de existirem, como já dissemos, classe sociais com interesses antagônicos, no seio desta festejada nação. Aliás, a burguesia sempre recorre a essa abstração. Diz ela: o país está crescendo, o país está ganhando, o país está perdendo e assim por diante, quando deviam dizer que é o capitalismo que está crescendo, está ganhando ou está perdendo. Isso é uma forma clássica de esconder a verdade que existe por trás dessa colocação patriótica.

 

Ora, é bom deixar claro, e bem claro, que existe uma intimidade simbiótica entre pátria e patrão. Devia ficar claro, que a chamada “pátria amada idolatrada” é a pátria deles, dos negócios deles, dos ganhos deles. Entretanto, ao invés dessa revelação quanto ao fato de que cada país, no capitalismo, é formado por classes e camadas sociais diferentes, o que existe é um sistemático engodo, uma sistemática enganação, uma densa cortina de fumaça.

 

Seria tarefa dos comunistas e socialistas dizer para o povo o verdadeiro sentido de pátria e comungando com a afirmação de Karl Marx e Friedrich Engels dizer, peremptoriamente: “O proletariado não tem pátria”. Ao invés disso, temos organizações que se reclamam socialistas e até comunistas, mas se prestam a massificar as tagarelices burguesas e esconder a realidade.

 

O PCdoB, do senhor Aldo Rebelo, que antes era apenas um partido social-patriota, transformou-se em partido fisiológico que se alimenta nas tetas do Estado capitalista e rejeita qualquer postura anticapitalista. Esses senhores deram-se ao trabalho de se transformarem em especialistas em esportes e reclamar, em nível federal, estadual e municipal, em que se deem vitórias das coligações de “esquerda", sua participação nas secretarias voltadas para essa atividade.

 

Isso é muito estranho, ou seria a atividade esportiva um novo caminho para o socialismo? Isso não nos parece verdadeiro, pois tudo se reduz a interesses menores como seja o de tirar proveitos em benefício de seus restritos interesses partidários. Trata-se, pois, de um “comunismo” totalmente troncho e o seu caráter oportunista deve ser veementemente denunciado para que o povo trabalhador não seja enganado de forma tão vil.

 

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Gilvan Rocha é militante socialista e membro do Centro de Atividades e Estudos Políticos. Blog: www.gilvanrocha.blogspot.com

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