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O enigmático golpe contra Lula (1) Imprimir E-mail
Escrito por Ronald Santos Barata   
Sábado, 02 de Fevereiro de 2013
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Dirigentes do PT e de outros partidos da base do governo têm apregoado a existência de um golpe contra Lula. Vários eventos são realizados protestando contra o presumido golpe, a exemplo de uma reunião no antigo Ministério da Educação, organizada por um grupo de personalidades que se rotula de esquerda, que colocou como patrono o saudoso Oscar Niemeyer e divulgou um contundente, mas confuso, manifesto. Reuniões de governadores, de sindicalistas etc. prestando solidariedade ao ex-presidente e a seu partido.

 

Eu tive convívio intenso, durante alguns anos, com dirigentes petistas, dentro do movimento sindical e partidário. Como um dos fundadores da CUT, fui membro da sua primeira Direção Nacional e exerci diversos mandatos na Executiva da CUT-RJ. Participei diversas vezes da direção do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, do qual fui presidente. Conheci muito bem os militantes sindicais e partidários. Comecei a divergir da atuação da Central em 1989, devido à sua partidarização. Em seguida, houve acordos salariais lesivos aos trabalhadores cujos sindicatos eram filiados à CUT. Na qualidade de dirigente cutista, participei ou acompanhei eleições sindicais em várias categorias; assisti a vários vale-tudo e não adiantavam protestos.

 

Portanto, conheço bem a prática petista, o comportamento de muitos militantes seus e do seu entorno. Acho que posso contribuir para que se  conheça Lula e vou posicionar-me sobre a conjuntura política, governos do PSDB e do PT e o decantado golpe.

 

Porém, para isso, julgo indispensável uma reflexão sobre a conjuntura em nível nacional que, todavia, para ser bem compreendida, é necessário que façamos um mergulho profundo no que se passa no mundo, até chegarmos ao nosso rincão.

 

Conhecer os meandros da estrutura de poder internacional e nacional é indispensável para um julgamento realista e isento dos atores da política nacional. Sem compreensão do sistema de poder global, não podemos ter um diagnóstico preciso do que se passa no Brasil.

 

Divido este trabalho, que sei polêmico, em três partes: a primeira se refere ao governo mundial invisível de 300 famílias, no qual nada criei, apenas compilei o que colhi em diversos trabalhos. Todos eles lastreados em fatos históricos. A segunda parte aborda o aspecto dos governos formais no mundo, os visíveis. E a terceira, os governos petistas.

 

Por isso, é necessariamente longo e, para não ser muito cansativo, será dividido em duas fases: a parte I - O GOVERNO MUNDIAL, que segue abaixo, e as partes II - O GOVERNO FORMAL e III - OS GOVERNOS PETISTAS, que serão analisadas em um próximo texto.

 

Parte I


O Governo Mundial

 

Deve-se observar o desenvolvimento dos acontecimentos mundiais nas últimas décadas, principalmente após 11 de setembro de 2001. Violência crescente, guerras, invasões, falsos líderes populares, morte de milhões de pessoas, assassinatos de caráter político, degradação dos partidos, levantes sociais, endividamento dos Estados, desemprego, miséria, banalização da tortura...

 

O mundo é hoje um lugar em que as populações nos mais diversos sítios são exploradas, violentadas, colonizadas ou semicolonizadas, enquanto alguns vivem nababescamente e fecham os olhos ao que se passa com os explorados. Isso acontece por acaso, pela simples ignorância e omissão das massas exploradas, ou por fatalismo, ou é fruto de movimento planejado, calculado e friamente executado? Há no mundo alguma força capaz de impor todas essas mazelas nesse nível?

 

Tentarei mostrar como funciona o Poder de Fato, o governo mundial exercido por trezentas famílias, embora muitos busquem resposta para as mazelas do mundo invocando religiosidade, visão filosófica, ou achando que é a índole do ser humano, pois sempre houve guerras, matanças, corrupção, miséria, exploração do homem pelo homem, dominação de um povo por outro.

 

Os que afirmam que essa catástrofe é planejada e executada por um grupo de pessoas e entidades poderosíssimas que controlam os acontecimentos mundiais são considerados lunáticos pelas pessoas desinformadas, mas são aplaudidos por uma minoria bem informada e honesta, que deve ser ampliada.

 

Esse Poder sobrepõe-se às leis internacionais, aos organismos judiciais. Despreza valores éticos. É, repito, exercido por uma minoria que planeja e executa as ações. Tem capacidade e habilidade de fazer acontecer, eliminando qualquer resistência, a qualquer custo e de qualquer maneira; se necessário, promovendo guerras, depois de esgotados os estágios político, econômico, tecnológico, cultural e propagandístico que são executados através de governos, da mídia e diversas organizações.

 

Regridem em muitos séculos as tentativas de construir um governo mundial controlado por uma minúscula minoria de poderosos privilegiados. Alguns estudiosos retrocedem até o Império Babilônico no reinado de Hamurabi (do famoso Código de Hamurabi - olho por olho dente por dente), em que os sacerdotes administravam os grandes templos e controlavam a economia, a serviço de um seleto grupo.

 

Vamos ficar com fatos não tão antigos.

 

O PODER REAL, invisível, dispõe dos bancos transnacionais, das grandes corporações, grandes universidades, corporações multimídias, governantes em todo o mundo - desde presidentes de países, reis, congressistas e juízes. Planeja o desenvolvimento de longo prazo de processos políticos, econômicos, financeiros, tecnológicos, militares e culturais, destinados à dominação nacional, regional ou global, paulatinamente ou não.

 

Não é através de ações políticas localizadas que o Poder Invisível atua, mas através de instituições culturais, religiosas, sociais, ocultistas e outras organizações mundiais. As estruturas visíveis são do Poder Formal.

 

O Governo Mundial utiliza os instrumentos e organizações do Poder Formal e apenas os principais países, como EUA, Reino Unido, Rússia, China e França o acessam, enquanto os demais governos nacionais não conseguem chegar aos níveis mais altos dos “Senhores do Mundo” que manejam o Poder Real. A coordenação em torno dos principais eixos é realizada pelo que chamam de geopolítica.

 

Histórico resumido

 

Há poucos anos, a partir do governo Reagan nos EUA (que levou ao máximo a tensão com a União Soviética e criou o Programa Guerra nas Estrelas, arranjou conflitos com Muamar Kadafi da Líbia e vendeu armas ao Irã, cujo dinheiro era desviado para grupos de direita para derrubada do governo sandinista de Daniel Ortega etc.), surgiu a pregação de “UMA NOVA ORDEM MUNDIAL”, afinal proclamada em 1990 por Bush pai. Agora, chamam de Globalização. Trabalha para corroer, minar, enfraquecer e, por fim, liquidar a soberania nacional dos diversos países e, ao final, com os povos enfraquecidos e sem condições de tomar decisões soberanas, acabar com os Estados-Nação.

 

Para muitos, essas afirmações parecem coisa delirante. Mas o fato concreto é que esse governo mundial já comanda inúmeros países, através de mega-organizações privadas. Dispensa instituições públicas. É privado. É composto por trezentas famílias, encimadas por 13 dinastias e realezas e seguido por membros da nobreza que detêm poder econômico, financeiro e religioso há séculos.

 

As 13 famílias atuam coordenadamente desde 1776, quando ressurgiu na Baviera uma organização chamada “ILUMINATIS”, que se baseou na maçonaria (hoje controla a maçonaria), organização milenar que visava submeter as monarquias e a Igreja Católica. Controla a “BLOOD LINE” (pureza sanguínea) e a árvore genealógica das famílias. Antes, denominada “OS ANTIGOS SÁBIOS ILUMINADOS”, que foi originada dos CAVALEIROS TEMPLÁRIOS, por sua vez oriundos das CRUZADAS. O mascote dessa organização é uma coruja, imagem de sabedoria e que enxerga no escuro. Um dos símbolos é uma pirâmide que no pico tem um grande olho, com o dístico “all seeing eyes” (olho que tudo vê). Abaixo da pirâmide lê-se “Novus ordo Seclorum” (a nova ordem dos séculos), ou seja, a NOVA ORDEM MUNDIAL.

 

Se há várias versões sobre a origem da maçonaria, é certo que há uma série de coincidências em símbolos e dinheiro dos EUA que remetem a essa organização. Exemplos: 1) as 13 linhas que separam as cores da bandeira e as treze linhas que separam os estágios da pirâmide símbolo do Iluminatis. 2) Na nota de 1 dólar está impressa a pirâmide exatamente com o olho e o dístico “novos ordo seclorum”. AS 13 DINASTIAS são: Rotschild, Astor, Bundy, Li, Collins, Du Pont, Freeman, Kennedy, Onassis, Rockfeller, Russel, Van Duyn, Merovingian.

 

Em seguida, as duas principais das 287 são Disney e Reynolds. É determinante a influência do Reino da Dinamarca e do Reino Unido da Grã Bretanha e Irlanda do Norte. A seguir, algumas das outras famílias, colhidas no vídeo “O Anel do Poder”, no Youtube: Churchill, Roosevelt, Bush, Huxley, Hariman, Gore, Turner, Schroeder, Baring, Kissinger, Warburg, Rhodes, Hesse, Sarkozy, Delano, Mazine etc.

 

Também fazem parte da pirâmide as nobrezas coroadas da Grã-Bretanha, Holanda, Espanha, Bélgica, e as não coroadas da França, Itália, Alemanha, Áustria e Portugal. Mais os emirados islâmicos e nobrezas do Oriente Médio (Israel, Turquia), do Extremo Oriente (China, Tibete, Japão etc.), sacerdotes do Vaticano, rabinos, clérigos luteranos e anglicanos e os ricaços dos EUA.

 

Utilizam estruturas políticas supranacionais – Maçonaria, Sionismo, Social Democracia Internacional, Democracia Cristã Internacional, ONG’s. Exercem grande influência sobre muitos governos em todas as partes do mundo. Não dispensam organismos multilaterais que controlam com mão de ferro através dos principais países desenvolvidos: EUA, Reino Unido, China, Rússia e França, apoiados por Espanha, Portugal, Suécia, Holanda, Itália, Bélgica. Possuem três Cidades-Estados independentes, dentro de três cidades; não pagam impostos e formam o núcleo econômico. São:

 

a) CROWN – território independente controlado pela família Rothschild dentro de Londres, denominado “The City”, onde fica o Banco de Londres, privado. É o centro econômico mundial; único lugar onde se podem fazer negócios com todas as bolsas e todos os bancos mundiais, a qualquer dia e hora.

 

b) VATICANO - Território independente dentro da cidade de Roma. O “Estado da Cidade do Vaticano” é o centro religioso controlado pelo clero católico. Tem banco próprio, subordinado à Crown. É o menor Estado soberano do mundo com menos de 900 habitantes e território de 0,44 km². Juntamente com o CONSELHO MUNDIAL DE IGREJAS (CMI), e outras religiões (Igreja da Inglaterra, Luterana, Calvinistas, Judaísmo, Pentecostal etc.), forma importante suporte no campo religioso. O CMI é uma organização ecumênica em nível internacional, tem sede em Genebra, Suíça, e congrega mais de 300 igrejas e denominações que representam mais de 500 milhões de fiéis em cerca de 120 países. A Igreja Católica não participa do Conselho, mas forma com ele um grupo de trabalho permanente na Comissão de Fé e Ordem e na Comissão de Missão e Evangelização.

 

c) COLUMBIA – Cidade independente dentro da capital Washington, onde fica o FED-Federal Reserve System, privado, orientado pela Crown. É uma federação de instituições financeiras que funciona como Banco Central dos EUA e controla todo o dinheiro americano. Columbia é comandada pela família Rockfeller. É um importante segmento dos “Iluminatis”. Fundou, em 1754, a Universidade de Columbia na cidade de Nova York. Possui também a Columbia Movies, a Columbia Rewards, a Columbia Televition (CBS), cujo símbolo é “all seeing eyes” (olhos que tudo veem). O “space shuttle” (nave que viaja ida e volta) chama-se Columbia.

 

Há elementos comuns nas bandeiras dessas três cidades: Crown tem três asas de dragão, Vaticano mostra três coroas e Columbia, três estrelas. Cada uma delas possui um obelisco sobre um círculo que tem a mesma simbologia (o deus egípcio Amon ou Amen).

 

A estrutura de poder das famílias não dispensa pactos e acordos com as principais organizações criminosas. Essas organizações possuem regras não escritas para se respeitarem e não se intrometerem nos negócios umas das demais. O governo invisível até incentiva a criação de algumas organizações criminosas, que realizam acordos com algumas estruturas de Poder Formal, visível. Assim, criam-se máfias que atuam em tráfico de armas, cartéis de drogas e seus gerentes financeiros possuem esquemas de lavagem de dinheiro. Os grupos criminosos organizados infiltram-se em organizações legais, nos órgãos de segurança, em forças armadas e organismos financeiros, inclusive na CIA, Mossad, DEA, FBI etc.

 

O governo das trezentas famílias criou os chamados “THINK TANKS” - grupos de pesquisa; extensa rede de alcance mundial composta por vários organismos. Coesos, atuam coordenadamente. Diz Valerio Yarmiyaohu em seu trabalho “Setenta x Sete”: “A função deles é desenvolver processos políticos, econômicos, financeiros, tecnológicos, militares e culturais complexos, integrando-os em modelos geopolíticos consistentes e sustentáveis, para atingir crescente dominação nacional, regional e global no longo prazo”.

 

Na rede global dos “THINK THANKS”, há, entre outros, os conhecidos Fórum Econômico Mundial e o Projeto Para um Novo Século Americano - PNAC. Outros importantíssimos são:

 

a) CONSELHO DE RELAÇÕES EXTERIORES (CFR-Council on Foreign Relations), organização suprapartidária, secreta, criada em Paris em 1921. Só se tornou conhecida a partir de 1971. Suas reuniões são secretas. Participam personalidades europeias, reis, altos executivos do New York Times, do Washington Post, do Los Angeles Times, Wall Street Journal, NBC, ABC, FOX, CBS, Time, Fortune, Business Week, US News and World Report. É presidido por David Rockfeller. É também chamado de Establishment, Governo Invisível e Ministério Rockfeller das Relações Exteriores. Todos os candidatos a presidente dos EUA que conseguiram ser eleitos eram membros dessa organização, exceto Ronald Reagan.

 

b) COMISSÃO TRILATERAL – Sobre este organismo, formado por personalidades do Japão, Europa e EUA, transcrevo um texto captado na internet que explica bem: A Comissão Trilateral foi fundada em 1973 por iniciativa de David Rockfeller, o presidente do poderoso banco Chase Manhattan, diretor de diversas empresas multinacionais e de fundações isentas de impostos. Entre os cerca de 300 membros iniciais, estavam acadêmicos, políticos, magnatas da indústria, banqueiros internacionais, líderes de centrais sindicais e diretores dos gigantes da mídia. Desde a eleição de Jimmy Carter, em 1976, o Poder Executivo nos EUA foi literalmente sequestrado pelos membros da Comissão Trilateral. Esse domínio quase absoluto, especialmente nas áreas do comércio, bancos, economia e política externa continua até hoje.( ...) A Comissão está solidamente posicionada contra o conceito do Estado-Nação e, em particular, contra a Constituição dos EUA. Assim, a soberania nacional precisa ser reduzida e depois abolida totalmente de modo a abrir o caminho para a Nova Ordem Internacional, que será governada por uma elite globalista não-eleita e com sua própria estrutura jurídica” – Zbigniew Brzezinski foi outro fundador, juntamente com Rockfeller.

 

c) GRUPO BIELDERBERG - É formado por 130 personalidades do mundo empresarial, político, acadêmico e midiático. Fazem encontros anuais sigilosos em diversos países e têm um escritório na Holanda. Suas discussões e decisões não são registradas.

 

d) REAL INSTITUTO DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS (o chamado Chatham House) – anteriormente denominado “Royal Institute of International Affairs”, é uma organização não governamental, sediada em Londres, cuja missão é analisar os trabalhos-propostas e promover uma melhor compreensão dos principais temas políticos internacionais de interesse da casta, sob a ótica do PODER REAL.

 

CHATHAM HOUSE foi considerado o “THINK-TANK mais importante do mundo fora dos Estados Unidos, pela revista Foreign Policy. Chatham House também foi citada como sendo um dos principais escolásticos (scholars) por pertencer ao seleto grupo de astros do universo de think-tanks que são regularmente credenciados para criar novas agendas e elaborar novas iniciativas. Concede anualmente o prêmio “CHATHAM HOUSE PRIZE” ao estadista que, na sua ótica, deu a mais significativa contribuição para a melhoria das relações internacionais (leia-se: interesses da organização). No ano de 2009, o estadista premiado na Inglaterra com o “CHATHAM HOUSE PRIZE” foi o presidente do Brasil, LUIZ INACIO LULA DA SILVA.

 

Ronald Barata é bacharel em direito, aposentado, ex-bancário, ex-comerciário e ex-funcionário público. Também foi militante estudantil e hoje atua no Movimento de Resistência Leonel Brizola. Autor do livro O falso déficit da previdência.

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Última atualização em Qui, 07 de Fevereiro de 2013
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




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