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Áudios - Arquivo

Edição 842 - 14/01/2013 a 20/01/2013
Arquivos do Correio
Segunda, 21 de Janeiro de 2013
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‘É grande o risco de um novo massacre, agora no Assentamento Milton Santos’

Gabriel Brito e Valéria Nader, da Redação

 

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No exato momento em que se completa um ano do terrorismo de Estado praticado pelo governo Alckmin e a justiça paulista no bairro do Pinheirinho, despejando cerca de 8000 pessoas de seus consolidados cotidianos, o Assentamento Milton Santos, na região de Americana, encontra-se em vias de sofrer espúria reintegração de posse após oito anos de trabalho e economias investidas. “As 68 famílias assentadas enfrentam uma poderosa articulação entre agronegócio da cana-de-açúcar, judiciário, governo paulista e federal, e a mídia, todos comprometidos com a reprodução do grande capital transnacional na região”, disse em entrevista ao Correio da Cidadania a socióloga Maria Orlanda Pinassi, estudiosa da questão agrária e da própria dinâmica dos movimentos sociais do campo.

 


 

EDITORIAL

 

Mortes anunciadas

 

Um judiciário classista não está preocupado com a justiça, mas apenas em satisfazer os proprietários. Os assentados estão, como é natural, revoltados e determinados a resistir ao despejo. Ou seja, estamos diante da possibilidade de um confronto armado. Em outras palavras, mortes anunciadas..

 


 

POLÍTICA

 

País, país, país...

Gilvan Rocha

 

Assistimos à entrevista de deputada do PCdoB, que em nenhum momento falou em capitalismo. Toda a sua falação enquadrava-se no discurso burguês dos interesses nacionais que, em última instância, são os interesses da burguesia.

 


 

Arte e meditação

Frei Betto

 

A arte desperta-nos a intuição e a emoção. Nos re-liga com algo que, até então, escapava à razão. Daí sua relação com a religião. Ela emite sinais que não são controlados nem pelo artista nem pelo apreciador.

 


 

Festa de final do ano de 2042

Paulo Metri

 

Conseguimos implantar o nosso sistema de governo. Hoje, quem governa é quem tem a capacidade. Acabamos com os ditos “representantes do povo”, que se elegiam às nossas custas e só queriam se locupletar.

 


 

Comunicação e trabalhadores

Wladimir Pomar

 

A ofensiva contra o PT e Lula continua a todo vapor. O partido da mídia, em especial, se esmera em tentar demonstrar que o Brasil está virando um caos. Um dos principais bordões dos noticiários televisivos é o Caos na Saúde. O atraso no avanço das obras de infraestrutura é outro prato servido todo dia. E a corrupção, claro, restrita ao PT, não sai da pauta.

 


 

SOCIAL

 

Por um 2013 de luta e de classe

Osvaldo Coggiola

 

As lutas em andamento devem ser unificadas em um fórum comum, que discuta uma alternativa política operária independente frente à crise nacional. Uma esquerda classista digna do nome só pode existir para impulsionar esse caminho.

 


 

Crimes da Saúde Pública

Frei Marcos Sassatelli

 

Jandira “solicitou uma consulta com um endocrinologista no dia 1/6/2011. Dezoito meses depois, sua responsável recebeu a notícia de que o atendimento estava marcado. No entanto, a consulta já não tem mais serventia.

 


 

Luta pela moradia, um dos desafios em 2013

Gilvander Luís Moreira

 

Muitas áreas ocupadas pelos pobres há décadas passam a ser consideradas áreas de riscos, mas porque se tornaram áreas de ricos. O que mais os ameaça não são riscos geológicos, mas a especulação e os riscos sociais.

 


 

INTERNACIONAL

 

Uruguai: Mujica, o ícone de una derrota

Ernesto Herrera

 

O “mujiquismo” não mudou a equação. Remete-se ao que foi herdado. Por um lado, a aplicação dos fundamentos da “responsabilidade fiscal”, acordados com o FMI; de outro, as políticas “compensatórias”, como ordena o Banco Mundial. As obras de infraestrutura são financiadas pelo BID ou pela “parceria público-privada”. O “resgate do Estado Social” se abraça aos interesses do mercado.

 


 

Os dilemas de Rafael Correa

Juliano Medeiros

 

O processo liderado por Correa é cheio de contradições e limites, embora mostre muito mais disposição para enfrentar os problemas históricos de seu país em comparação com outros governos da região. Pressionado entre “razões de Estado” que a legalidade burguesa impõe e a necessidade de rupturas, Correa se equilibra, ora acertando, ora errando.

 


 

Apesar das críticas, mais drones no ar

Luiz Eça

 

A ideia é matar o maior número possível de talibãs, especialmente combatentes graduados, para compensar o enfraquecimento das forças que defendem o governo central. Por isso, em 2013 e 2014 devem ser incrementados ao máximo os ataques de drones contra talibãs.

 


 

ECONOMIA

 

A soberba elétrica

Heitor Scalambrini Costa

 

Há também diferenças que permitem afirmar que a falta de energia não é para agora, mas que existe risco a partir dos próximos anos, caso não haja uma mudança radical no que concerne à diversificação da matriz elétrica, incorporando substancialmente as novas fontes renováveis, geração solar e eólica. Chega de retórica. A contribuição destas fontes tem que ser rapidamente elevada para níveis de 15% a 20%.

 


 

Risco de um novo racionamento de energia elétrica?

Heitor Scalambrini Costa

 

A curto prazo não existe possibilidade de risco de faltar energia para atender a demanda atual. O que ocorrerá, sem dúvida, será um aumento nas tarifas devido ao repasse dos custos da energia elétrica, bem mais cara, das usinas termelétricas, que estão funcionando desde o final do ano passado a todo vapor (literalmente). Logo, os aumentos que ocorrerão nos próximos anos vão absorver a redução da tarifa obtida com a MP 579.

 


 

Tirania financeira

Adriano Benayon

 

Ela não admite que os Tesouros emitam moeda para financiar o que a economia precisa. Criou-se a mentira que seria inflacionário. O sistema exige que o próprio Estado, endividado por ter socorrido os bancos, dependa do crédito deles.

 


 

MEIO AMBIENTE

 

A seca no sertão e o debate sobre a convivência com o semiárido brasileiro

Sérgio Botton Barcellos e Maciel Cover

 

Os debates e as disputas políticas para o aprimoramento e a ampliação de outro conjunto de ações e políticas públicas estão em pauta nessa região, apesar de silenciados ou ignorados pelas esferas de governo e a grande mídia.

 


 

CULTURA

 

Oscar Niemeyer, um arquiteto comunista

Frank Svensson

 

O “partidão” solicitava a todos os seus membros a melhor habilitação profissional possível. Isso explica a galeria de cientistas e intelectuais que sua história pode ostentar. Não bastava saber ganhar eleições. Era fundamental saber-fazer.

 


 

A História da Universidade de Brasília será incompleta omitindo a significativa presença de Heron de Alencar

Frank Svensson

 

O pensamento dialético caracterizou os propósitos e as atuações dos primórdios da UnB, mas os anos de chumbo escancararam as portas da universidade à departamentalização e ao individualismo acadêmico. 

 


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Última atualização em Segunda, 03 de Junho de 2013
 

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