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Edição 841 - Edição Prospectiva - 03/01/2013 a 13/01/2013
Arquivos do Correio
Terça, 15 de Janeiro de 2013
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Clique aqui e veja como ficou a
Edição Prospectiva 2013.

 

 

 


2013: sob uma nova ofensiva do capital

Valéria Nader, da Redação

 

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O ano de 2013 começa bastante embaraçado. Olhando para fora, este ano se inicia sob a intensificação da crise econômica mundial. Internamente, 2013 começa à sombra do que se pode concluir serem duas categorias de acontecimentos do ano anterior: por um lado, aqueles que apenas reforçaram mais do mesmo, tais como a criminalização dos movimentos sociais; por outro, fatos como o chamado mensalão trouxeram à cena política situações que, para muitos, pareceram inusitadas.  Ao mesmo tempo, não se pode pensar em 2013 sem levar em conta 2014 – ano de Copa e eleições presidenciais, com a inevitável pressão que exercerão sobre os orçamentos públicos. O historiador Mário Maestri é o nosso entrevistado. Em sintonia com a voz geral dos colaboradores desta edição, o historiador faz eco à noção de que, no plano interno, a grande aposta para 2013 é a retomada do investimento privado. O que, no entanto, ressalta como essencial das avaliações prospectivas da edição é o limitado arco de ação redistributiva no qual se enquadraram as novas medidas de política econômica de 2012. E que, certamente, deverão dar o teor predominante de um ano que será de corrida contra o tempo em face dos eventos esportivos e eleitorais. Conforme ressalta o economista Guilherme Delgado, “em resposta à crise do crescimento externo, o sistema econômico recalibra suas estratégias de defesa, agora cada vez menos encadeadas com uma política social distributiva e cada vez mais concentradas com os segmentos do setor primário-exportador”.

 


 

EDITORIAL

 

2013: o “saco de maldades” antes de 2014

 

2013 será um ano de corrida contra o tempo, de muito dinheiro público para avançar nas obras atrasadas, de muita corrupção e benesses para os amigos do poder e das grandes obras; ano de novos ataques a direitos dos trabalhadores, de criminalização e crescimento da militarização da sociedade para disciplinar a resistência.

 


 

POLÍTICA

 

Turbulências à vista

Wladimir Pomar

 

O Brasil talvez se transforme, em 2013, no epicentro dessa disputa. Muitos indicadores apontam para uma situação em que a grande burguesia já não suporta um governo dirigido pelo PT. Apesar de suavemente, e após um prolongado período defensivo, o governo Dilma começou a baixar juros e a ferir a lucratividade do sistema financeiro.

 


 

Os escrachos e a luta por verdade e justiça: o que esperar em 2013?

Inês Virginia Prado Soares e Renan Honório Quinalha

 

Criatividade e justiça dão o tom e o sentido do Levante Popular da Juventude e movimentos similares. O mote central que inspira essa forma de ação política é a omissão do Estado brasileiro em fazer justiça e revelar a verdade sobre os acontecimentos mais violentos da ditadura.

 


 

O Estado brasileiro em debate: entre as mudanças necessárias e as eleições 2014

Sérgio Botton Barcellos

 

O processo político e de mobilização social para que o Estado seja uma efetiva ferramenta de promoção da igualdade social, redistribuição de riquezas e de poder político terá que perpassar por algumas questões, como: qual o Estado que queremos? Qual o projeto de desenvolvimento e participação popular que será necessário para isso?

 


 

Tempos estranhos

Luiz Antonio Magalhães

 

Aparentemente, o jogo político relevante está se desenrolando nas sombras e dentro do governo, dentro do PT. Todos os indícios levam a crer que há uma guerra interna, bastante importante, sendo travada no interior do regime, envolvendo a divisão do poder (cargos e recursos, obviamente) e interesses bastante difusos.

 


 

Feliz ano-novo

Frei Betto

 

O ano será novo se, em nós e à nossa volta, superarmos o velho. E velho é tudo aquilo que já não contribui para tornar a felicidade um direito de todos. À luz de um novo marco civilizatório há que superar o modelo desenvolvimentista-consumista e introduzir, no lugar do PIB, a FIB (Felicidade Interna Bruta), fundada na economia solidária e sustentável.

 


 

SOCIAL

 

Perspectivas sombrias e esperanças devem marcar 2013

Waldemar Rossi

 

Até bem pouco tempo, era impossível propor aos movimentos organizados que se posicionassem contra as políticas econômicas e sociais dos governantes nas suas três instâncias: municipal, estadual e federal. Mas as coisas estão mudando, com muita gente se decepcionando, abrindo os olhos e se perguntando sobre o que pode ser feito para reverter a situação.

 


 

INTERNACIONAL

 

Estados Unidos: novo ano, antigos problemas

Virgilio Arraes

 

A tentativa do governo de restringir mais uma vez o acesso a armas no próximo ano não será a maior dificuldade a ser encarada em 2013, mas sim os altos índices de desemprego de uma economia patinhada desde o final de 2008 e a turbulenta elaboração do orçamento.

 


 

2013: esperanças de mudança

Luiz Eça

 

As entradas de Kerry e de Hagel (especialmente) no governo poderão representar as mudanças tão prometidas e esperadas na política internacional dos EUA. Que influenciará positivamente o progresso na solução dos grandes assuntos do Oriente Médio. Por enquanto, uma esperança que, no cenário sombrio do Oriente Médio, já quer dizer muito.

 


 

ECONOMIA

 

Perspectivas da economia brasileira para 2013

Guilherme C. Delgado

 

Em resposta à crise do crescimento externo, o sistema econômico recalibra suas estratégias de defesa, agora cada vez menos encadeadas com uma política social distributiva e cada vez mais concentradas com os segmentos do setor primário-exportador. Aposta-se demasiado numa fantasia verbal – “o espírito animal do empresários” – em detrimento do argumento da igualdade social.

 


 

2013

Paulo Passarinho

 

O que, por incrível que seja, é de fato a esperança do governo é a retomada dos investimentos, ou a elevação da taxa de investimentos, através das privatizações. Isto mesmo: para o governo, temos de dar um salto na competitividade sistêmica da economia, buscando remover os chamados “gargalos”. Para tanto, a grande solução encontrada são as concessões.

 


 

A economia brasileira em 2013: será que o investimento volta?

Jurandyr O. Negrão

 

Ativar o investimento num quadro de elevada incerteza global é um desafio difícil. Em 2012, a política econômica brasileira não deu conta dele. Por que se imagina que em 2013 há boa chance de o investimento voltar a avançar? A razão básica é que a variedade e a intensidade dos estímulos ao investimento foram muito reforçadas nos últimos meses.

 


 

Problemas do setor elétrico

Heitor Scalambrini Costa

 

Aliado da insanidade “ofertista”, o governo federal não prioriza o uso racional de energia com políticas agressivas de eficientização energética e o uso de outras fontes renováveis de energia, como a energia solar e a energia eólica, para a diversificação e a complementaridade da matriz elétrica nacional.

 


 

No limiar de 2013

Adriano Benayon

 

Taiwan, Coréia do Sul, Hong Kong e mais um ou outro tigre asiático prosseguem desenvolvendo-se, e países maiores – como Índia, Rússia e Irã – também crescem. Se a China e esses países combinarem os respectivos mercados internos, as trocas regionais e a intensificação do intercâmbio entre todos eles, é possível que permaneçam fora da crise.

 


 

MEIO AMBIENTE

 

Estamos regredindo

Danilo Di Giorgi

 

Farei apenas uma previsão: no Brasil, em 2013, nada que seja fundamental ao desenvolvimentismo sob a perspectiva de seus leais defensores terá seu caminho interrompido. Porque não parece haver nada que possa se colocar no caminho desse grande deus da atualidade, o crescimento econômico.

 


 

CULTURA

 

A quem houve a voz do homem diante da lei?

Cassiano Terra Rodrigues

 

O universo de Kafka está bem representado por Welles. A parábola do começo não traz um ensinamento moral edificante; ao contrário, como já indicara Walter Benjamin, as parábolas de Kafka não nos reconfortam, mas nos aturdem – em vez de ensinamentos morais, temos uma narrativa que transmite a sensação de esvaziamento de toda moral.

 


 

ESPORTE

 

Em 2013, domínio político-empresarial se aprofundará no esporte

Gabriel Brito, da Redação

 

Continuaremos à mercê dos entendimentos político-empresariais que comandam os atuais processos, com pouca participação social e de personalidades realmente vividas e dispostas a colaborar com o desporto nacional. Este ainda se encontrará longe de uma vasta acessibilidade por parte da população e da cultura de formação sócio-educativa brasileira.

 

 


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Última atualização em Segunda, 03 de Junho de 2013
 

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