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Áudios - Arquivo

Edição 835 - 19/11/2012 a 25/11/2012
Arquivos do Correio
Segunda, 26 de Novembro de 2012
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Mídia opta por monstruosa equidistância no tratamento dos conflitos entre Israel e Palestina

Olga Rodriguez

 

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A equidistância se confunde com objetividade, imparcialidade, neutralidade. Os jornalistas são eqüidistantes para não “se queimarem”, não se comprometerem, para não parecerem partidários de nada nem ninguém. É o pós-jornalismo, a democratização levada ao delírio, a relatividade defendida como religião. Ninguém tem mais razão que ninguém, nenhuma visão é mais real que outra, há tantas verdades quanto pessoas. E assim se chega a reduzir o mal chamado conflito palestino-israelense a uma simples animosidade provocada por motivos religiosos ou étnicos, esquecendo que a origem do conflito repousa sobre uma ocupação ilegal.

 


 

Nem o complexo militar-industrial estadunidense nem o fundamentalismo israelense estão interessados na paz

 

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O governo de Tel-aviv ainda não se decidiu entre dois caminhos possíveis: a) invadir e ocupar Gaza, matando ou prendendo o maior número possível de militantes do Hamas e outros movimentos afins; b) continuar bombardeando implacavelmente a Faixa até o Hamas pedir água. A guerra é um grande negócio e também um recurso para tratar de estabilizar a cambaleante situação geopolítica que impera no Oriente Médio. O silêncio cúmplice dos anos 30 e 40 possibilitou o extermínio dos judeus na Alemanha nazista. A comunidade internacional não pode incorrer novamente em semelhante erro, sobretudo quando sabemos que os governos das principais potências, sob a direção dos EUA, não farão absolutamente nada para deter essa carnificina. Análises de Luiz Eça, Atílio Boron e Celso Lungaretti.

 


 

POLÍTICA

 

“É preferível morrer que ficar preso”

Frei Betto

 

A educação é a solução, fora e dentro das prisões. Como evitar a criminalidade se 5,3 milhões de jovens brasileiros, com idade entre 18 e 25 anos, estão fora da escola e sem trabalho?

 


 

Contradições da luta de classes

Wladimir Pomar

 

No Brasil a questão central imediata passa a ser a construção de uma classe trabalhadora assalariada quantitativamente forte, capaz de se tornar uma força social suficientemente poderosa para travar a luta de superação do capitalismo.

 


 

Brasil governado pelo fundamentalismo?

Frei Betto

 

O passado do Ocidente comprova que mesclar poder religioso e poder político é reforçar o fundamentalismo e, em suas águas turvas, o preconceito, a discriminação e, inclusive, a exclusão (Inquisição, “heresias” etc.).

 


 

Fleury(s) e militares: herança macabra

Waldemar Rossi

 

Atacar a violência atual com outras formas de violência é jogar mais combustível na fogueira da própria violência. É o que fazem hoje governantes que estão há longos dezoito ou mais anos à frente dos estados brasileiros mais desenvolvidos.

 


 

SOCIAL

 

Manifesto Público – PUC-SP (Professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)

 

A política interna da Universidade não deve espelhar-se nas mazelas da “grande” política. Pelo contrário, ela deve fazer-se um “pequeno” modelo para a política “maior”.

 


 

O auxílio-alimentação dos juízes do Rio

Frei Marcos

 

Estão passando fome. Precisam de auxílio-alimentação. Que tal cadastrá-los numa instituição beneficente para receber, no início de cada mês, uma cesta básica ou incluí-los no programa Bolsa-Família?

 


 

“Quase estouramos nossas duas carótidas de tanta indignação...”

Daniel Chutorianscy

 

Não há ventrículo esquerdo ou direito que consiga bombear com força suficiente o sangue para irrigar todos os vasos, em deterioração progressiva, diante de um quadro calamitoso em que menos de 4% do PIB são destinados à Saúde.

 


 

INTERNACIONAL

 

Ainda goteja a fonte do crime!

Elaine Tavares

 

A proposta da ONU foi de metade do território, o que deixa bem claro que todos sabiam que aquela não era uma terra vazia. A conversa nos corredores é de que também seria criado um Estado palestino e cada povo seguiria seu rumo. Para os que viviam na terra doada aos judeus, os meses que se seguiram foram de terror. Famílias inteiras tiveram de deixar suas casas, seus olivais, sua história.

 


 

Um genocídio chamado de guerra

Chico Bicudo

 

Quando há um Estado terrorista e opressor em ação (e a política da direita nacionalista no poder em Israel é de nazi-apartheid), a resistência (inclusive armada) é consequência não só natural, mas desejável, uma forma de ação e luta política considerada inclusive pela carta de fundação da ONU. Foi assim que muitos judeus dignamente, legitimamente resistiram ao Holocausto nazista. O nazismo alemão e o apartheid sul-africano foram duas das experiências mais terríveis da História da humanidade. Pois o Estado de Israel, com apoio de boa parte da população do país, consegue reunir os dois projetos.

 


 

Gaza: guerra por opção

Luiz Eça

 

Aparentemente, o governo de Tel-aviv ainda não se decidiu entre dois caminhos possíveis: a) invadir e ocupar Gaza, matando ou prendendo o maior número possível de militantes do Hamas e outros movimentos afins; b) continuar bombardeando implacavelmente a Faixa até o Hamas pedir água. Em seguida, dar prosseguimento ao programa de “assassinatos selecionados”, desta vez privilegiando os chefes do Hamas e da Jihad Islâmica, já que terroristas autores de atentados atualmente são poucos e pesam ainda menos na liderança desses movimentos.

 


 

O antissemitismo como chantagem política: a propósito da nova agressão de Israel à Faixa de Gaza

Atilio A. Boron

 

O silêncio cúmplice dos anos 30 e 40 possibilitou o extermínio dos judeus na Alemanha nazista. A comunidade internacional não pode incorrer novamente em semelhante erro, sobretudo quando sabemos que os governos das principais potências, sob a direção dos EUA, não farão absolutamente nada para deter essa carnificina. Porque, desde 1948 até hoje, são cúmplices e participantes necessários de quantos crimes tenha cometido o Estado de Israel.

 


 

Mais uma carnificina inútil no Oriente Médio

Celso Lungaretti

 

Os israelenses reagem com furor desmedido, extrapolando em muito a dimensão do fato que deu pretexto à matança. Lembram os nazistas em países ocupados: se um soldado alemão era morto pelos partisans, os nazis agarravam a esmo dezenas de moradores do bairro e os executavam bestialmente, como forma de intimidação.

 


 

ECONOMIA

 

A rotina dos “apaguinhos” de energia

Heitor Scalambrini Costa

 

O caso de Pernambuco é emblemático, pois é grande a frequência das interrupções no abastecimento de energia ocorridas não só na capital, como nas cidades interioranas. Já há algum tempo a queda de energia nos bairros de Recife e em outras cidades atendidas tornou-se uma rotina.

 


 

A ORDEM NA MÍDIA

 

Realidade da conspiração

Paulo Metri

 

São os manipuladores de informações, que vivem nos bombardeando com armas linguísticas, quando não são tendenciosos ou mentem. O objetivo principal da mídia do capital não é ter um cidadão bem informado.

 


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Última atualização em Segunda, 03 de Junho de 2013
 

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