República do coração indomado

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Sempre que a vida me escapa
Penso lembranças de ti    
Em que distancias te escondes?         
Em que planeta andarás?   

Será que ainda combates         
Engenhos de vento e de luz
Será que apenas cansaste 
como o resto de nós            

Bem que souberas   
De alguma qualquer maneira  
Todos se ajustaram    
Todos se tornaram
O que se esperava de nós      

Apenas tu não – não te ajustaste jamais

Saúdo a ti, comandante 
Galopas o teu Rocinante, 
Pelas cidades e campos
De um país estrangeiro

Saúdo a ti, camarada
Soldado civil desarmado
Trazes bem alto o estandarte
da República do Coração – Indomado

Comentários   

0 #4 República do coração indomadovaléria maurício 29-09-2012 17:41
Pessoas queridas não morrem e nem passam,pela vida,deixam suas marcas e suas lembranças por aqui e essas,ficam gravadas no coração e na memória para sempre.
Adeus companheiro!
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0 #3 RE: República do coração indomado Ricardo 28-09-2012 02:17
Bonita e justa homenagem. Raymundo vive.
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0 #2 Amigo RaymundoDulcinéa 27-09-2012 20:15
Belo poema dedicado ao querido amigo virtual Raymundo. Andava sumido do blog.
Descanse em paz, amigo, cuja mão nunca apertei, mas está em meu coração no lugar
dos amigos queridos e companheiros de caminhada.
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0 #1 Raymundo Araújo Filho.Hélio Q. Jost 27-09-2012 13:45
Indômito, corajoso, grande exemplo. Nessa triste hora me envergonho em não alcançar sequer a sobra do querido Raymundo.
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