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Inauguração da primeira usina da África de medicamentos anti-Aids Imprimir E-mail
Escrito por Lahcen El Moutaqi   
Terça, 24 de Julho de 2012
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A primeira usina pública da África de medicamentos antirretrovirais (ARV) contra a AIDS foi inaugurada neste sábado, em Maputo, capital de Moçambique, na presença do vice-presidente brasileiro Michel Temer, cujo país financiou parte do projeto.


Hoje a África muda de figura. O Brasil assistiu ao lançamento do processo de produção da usina, os medicamentos fabricados no Brasil serão embalados em Moçambique, certificados e distribuídos para os moçambicanos, bem como para outros países com os quais possui acordo, segundo disse Temer.


A usina, cuja planta na periferia de Maputo já tinha sido visitada pelo ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, em 2010, caracteriza tal aproximação, como um símbolo da excelente parceria entre os povos brasileiro e moçambicano, nas esferas públicas e privadas.


Resulta disso uma transferência de tecnologia Sul-Sul, qualificada na época por Lula de "obrigação moral", além de ajuda de 23 milhões de dólares do governo brasileiro e 4,5 milhões de dólares da gigante usina de mineração, Vale, com sede neste país.


A produção de medicamentos em si deve começar ainda este ano. Muitos técnicos moçambicanos e outros empregados estão em treinamento, em particular no Brasil.


O governo de Moçambique foi representado na cerimônia por seu ministro da Indústria, Armando Inroga. O Moçambique tem mais de 2,5 milhões de pessoas HIV positivas, ou seja, quase 12% da população, e só 291.000 pessoas têm acesso ao tratamento antirretroviral, de acordo com o Ministério da Saúde.


A idéia desta usina, lançada em 2003, é avançar no sentido de firmar novos acordos que consolidem as relações com o continente africano. No Marrocos, houve negociações em atividades de pesquisa científica e econômica, pois o ex-presidente Lula, um forte defensor do estreitamento de laços com a África, tem engajado seu país a intensificar vários acordos estratégicos com os setores públicos e privados da África.


O objetivo é reduzir a dependência da ex-colônia portuguesa em relação à comunidade internacional, que atualmente financia 80% da compra dos medicamentos nestes países.


Em contraste, o Brasil tem uma indústria farmacêutica pública poderosa, que produz muitos genéricos, inclusive os medicamentos antirretrovirais, apresentando uma baixa taxa de prevalência de vírus HIV.


Na África, os grupos farmacêuticos privados já abriram pequenas unidades de produção de ARVs, mas a usina em Moçambique é a primeira instituição pública.

 

Lahcen El Moutaqi é pesquisador na Universidade de Rabat V – Marrocos.

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Última atualização em Terça, 24 de Julho de 2012
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




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