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Áudios - Arquivo

Edição 814 - 25/06/2012 a 01/07/2012
Arquivos do Correio
Terça, 03 de Julho de 2012
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'Fala-se em nome dos pequenos agricultores, mas, de fato, beneficiam-se os grandes grileiros'

Gabriel Brito, da Redação-Colaborou Valéria Nader

 

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Após aprovar uma nova versão do Código Florestal, do agrado dos ruralistas e bombardeado por todas as vertentes do ambientalismo, a presidente Dilma Rousseff fez todo o esforço possível para angariar ao país uma imagem vanguardista de responsabilidade ambiental. No entanto, na análise de José Juliano de Carvalho Filho, entrevistado pelo Correio da Cidadania, tal visão simplesmente “não se aplica à realidade dos fatos da macroeconomia brasileira”. E para além das discussões nacionais, Juliano desacredita de cima a baixo os novos conceitos de responsabilidade ambiental que o capitalismo tentar erigir e dos quais já se apropria. “O fato é que os Brics e os países ricos não se comprometeram em nada”.

 


 

POLÍTICA

 

Lugo, governo e poder

Gilvan Rocha

 

Não votamos para escolher o Estado Maior das Forças Armadas, os comandos policiais, os organismos do aparato Judiciário e outras tantas instituições permanentes, cuja finalidade é defender e manter o sistema capitalista.

 


 

Oportunismo político

Frei Marcos Sassatelli

 

Para justificar, sempre em nome da chamada governabilidade, usam-se desculpas esfarrapadas. “Como nós aceitamos o apoio do PP no governo federal, é natural que houvesse uma aproximação com o PP paulista”.

 


 

A mão invisível do mercado

Wladimir Pomar

 

Simplesmente desconsideram o grau de concentração e centralização da economia brasileira e o papel que isso desempenha no mercado, seja pressionando a combinação de juros altos e preços altos, seja impedindo que médias e pequenas empresas participem no mercado e compitam com elas.

 


 

Brasil e Paraguai: a diferença é a capacidade de se vender

Raphael Tsavkko

 

Lugo caiu, mas decidiu não resistir. Fica como lição para certa esquerda que aliança com a direita não é garantia de nada. Caso contrarie os "aliados", o golpe pode chegar. Não se confia em fascista, não se coloca a segurança de um país nas mãos de forças retrógradas e conservadoras.

 


 

“A luta armada foi uma guerra justa”, diz o bispo de Volta Redonda

Ana Helena Tavares

 

Falando sobre a influência do capital financeiro na sustentação da ditadura, Dom Waldyr lembrou que um banqueiro mineiro mobilizou tropas de Juiz de Fora para ajudar no golpe. “O poder econômico dominou, animou e impulsionou”.

 


 

Todos são iguais perante a violência

Claudionor Mendonça dos Santos

 

Alguns foram punidos, até com a pena máxima e sem direito a qualquer defesa, enquanto outros, travestidos de agentes estatais, em momento algum foram incomodados, mas mereceram a mercê da anistia. Só no Brasil!

 


 

INTERNACIONAL

 

O futuro do México em jogo

Juliano Medeiros

 

O processo eleitoral no México não termina no dia 1º de julho. Seus desdobramentos devem ir muito além da eleição em si. No caso de uma vitória sem fraudes de Peña Nieto, caberá aos setores progressistas fortalecer a unidade contra as políticas conservadoras do novo governo. No caso de uma nova fraude, dificilmente as forças populares aceitarão o resultado oficial, tornando os desdobramentos imprevisíveis.

 


 

Depois do golpe no Paraguai: por uma verdadeira Revolução Cultural na América do Sul

Fernando Marcelino

 

A direita golpista está agonizando e por isso parte para a ofensiva. Ela ainda tem muita força, mas está ficando sem saída. Os golpistas estão na UTI da história. A esquerda, entretanto, não pode ficar esperando sua morte natural.

 


 

Por que derrubaram Lugo?

Atilio Boron

 

Apesar das múltiplas advertências de numerosos aliados dentro e fora do Paraguai, Lugo não assumiu a tarefa de consolidar a grande, porém heterogênea, força social que, com enorme entusiasmo, o levou à presidência.

 


 

Golpe branco, a nova estratégia da direita

Luiz Eça

 

Como todo golpe branco, a derrubada de Lugo baseou-se em interpretações subjetivas de artigos pouco claros da Constituição. Tanto o governo de direita do Paraguai, quanto os do Egito e de Honduras, foram conquistados dentro de uma democracia formal, que esconde um golpe contra a vontade do povo. A tendência é que novos golpes brancos se sucedam até que a comunidade internacional, através da ONU e de entidades regionais, abra os olhos e se organize para defender a democracia que todos querem.

 


 

Paraguai: quem são os derrotados?

Mário Maestri

 

Com o julgamento galopante do impeachment procurou-se impedir a temida mobilização da população rural, caixinha de Pandora que a direita não quer abrir. A derrota do golpe através da galvanização de camponeses e sem-terras era também tudo que o governo brasileiro não queria. Com pusilanimidade singular, Lugo submeteu-se disciplinadamente ao golpe, esforçando-se para desmobilizar qualquer resistência, sob a desculpa de impedir derramamento de sangue, que vertera sem dó em Ybyrá Pytá.

 


 

ECONOMIA

 

A alma da propaganda

Paulo Passarinho

 

Tenho constantemente defendido que a popularidade de Lula, o ex-operário e ex-presidente, não teria sido possível de se consolidar sem o fortíssimo apoio que mereceu da mídia dominante. Mídia não somente nacional, mas internacional. Esta é uma realidade que tenta ser deformada, pelos lulistas, a partir de abordagens que procurariam denunciar uma suposta e permanente conspiração dos meios de comunicação contra os seus dois mandatos.

 


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Última atualização em Terça, 04 de Junho de 2013
 

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