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Meio Ambiente: é possível? Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Terça, 19 de Junho de 2012
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Há muito tempo, a grande burguesia tomou em suas mãos a bandeira da luta pela preservação ambiental. Levando avante o jargão do “desenvolvimento sustentável”, ela procura promover grandes eventos como foi, dentre outros, a Eco 92 e está sendo a Rio + 20.

 

Antes de nos adentrarmos nessa questão é preciso responder a uma pergunta. Diante do fato de sentirmos ser necessário e urgente se empreender uma política de preservação, a pergunta fundamental, de quem seriamente queira enfrentar essa questão, é: quem, de verdade, agride o meio ambiente? Geralmente a essa pergunta tão indispensável tem-se como resposta uma expressão de desinformação e ingenuidade, quando dizem: quem agride o meio ambiente é o homem.

 

Essa formulação é a pedra angular também para a má fé de grupos interessados em esconder a verdade, pois se trata de uma resposta totalmente descabida, ou seja, infundada, pois quem promove a destruição do planeta é o sistema capitalista e jamais será possível a implantação de uma política de desenvolvimento sustentável nos limites da ordem econômica e social vigente, que é intrinsecamente predatória.

 

Para salvar o planeta não faz sentido a via que se tem buscado, a de se criar uma “cultura ecológica”, procedendo com uma educação que vá da infância até a idade adulta.

 

Esse discurso é enganoso, mas é o discurso da burguesia e chega a contaminar segmentos que se julgam avançados e até se dizem anticapitalistas, porém, caem na esparrela da cultura ambientalista, cujo eixo é a mudança de hábitos como meio de preservar a natureza.

 

Tal postura enganosa de se pretender preservar a natureza pela construção de uma cultura ecológica seria, apenas, uma piada de mau gosto se não fosse tão nociva à causa real da luta pela salvação do planeta, pela salvação da vida.

 

Para proteger a Terra das múltiplas agressões cometidas, tornam-se necessárias medidas radicais e tais medidas não podem se consumar através da simples criação de uma legislação voltada para o problema. Isso é totalmente ineficiente.

 

Para salvar o planeta é preciso que a humanidade, em seu conjunto, tome o seu destino nas próprias mãos e processe medidas radicais como, de forma planejada, promover a redução da própria população, cujo crescimento o planeta não suporta, pelo menos nos atuais padrões de consumo praticados por setores da população, principalmente nos chamados países ricos. Isso para citar apenas um dado da nossa realidade.

 

Vemos assim que medidas dessa proporção, tão urgentes e necessárias, não são possíveis de ser realizadas pela burguesia, ou melhor, não são possíveis de ser realizadas no âmbito desse sistema que tem como mola propulsora a busca do lucro para uma minoria.

 

Gilvan Rocha é militante socialista e membro do Centro de Atividades e Estudos Políticos.

Blog: www.gilvanrocha.blogspot.com

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